Agita-se o reino Mbundo, os sinais de decadência provocam cegueira, abalam os cérebros, e o monarca em delírio Lukamba “Miau” Gato, ordena ao seu capataz da inteligência, Eugénio Manuvakola, e ao orador da paróquia, Marcial Dachala, que obriguem o subserviente entontecido, líder de fachada da UNITA, brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, que face ao descalabro em perspetiva em 2027, procure uma alternativa que oculte a fragilidade do Galo Negro, depenado, cansado, sem força nem credibilidade para cacarejar.
Obediente, cada vez mais comprometido com a extrema direita racista e xenófoba, busca mas não consegue parcerias para a estratégia para uma alternância do poder. Mascarados e alcandorados como sociedade civil, têm Marcolino Moco, Raúl Dinis, David Boio, Sérgio Raimundo, Albino Pakisi, Paula Roque, Graça Campos,Nelson Gangsta, Vítor Hugo Mendes, e em compasso de espera estão os oportunistas encartados como Rafael Marques, Luaty Beirão, e outros proscritos envergonhados a contas com o passado, todos movidos por interesses diversos coincidentes com ânsia frenética do líder fragilizado da UNITA.
Nas recentes mudanças da propaganda habitual, o monarca Lukamba “Miau” Gato, reforçou o seu poder na corte do SOVISMO, promoveu a sua segunda esposa Felicidade Chipuka Paulo, para membro do Comissão executiva, colocou a sua primeira esposa Violeta Gato, como funcionária administrativa, as suas filhas gémeas, filhas de Violeta, Lucy Lukamba, como líder da JURA no Kilamba, e a outra como membro da JURA nacional. Navita Ngolo, filha de Manuvakola, está em “stand bay” como alternativa ao brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”. Na hierarquia do palácio da Vila Alice, residência do monarca, seguem-se Adriano Sapiñala, filho de Samuel Chiwale, Liberty Chiyaca, sobrinho de Samakuva, seguindo-se o despromovido Nelito Ekuikui, e a intrusa ainda sem credencial do reino, Mihaela Webba, a par da estrela ascendente Irina Dinis. Para as calendas gregas foi Arlete Chimbinda, já nem sequer tem acompanhado mais o líder nas suas viagens.
De sorriso cada vez mais largo está Abel Epalanga Chivukuvuku, o seu PRA-JA e o MPLA vão ocupando espaço da UNITA de 2022, o tempo encurta para que o Galo Negropossa encetar a recuperação das perdas evidentes no País global, sopram ventos de confiança na continuidade do que foi feito de 2017 a 2022, e do desenvolvimento visível e palpável de 2022 até agora, basta olhar para trás, ao redor e para a frente, um País transfigurado de novo, vestido de esperança, com todas as cores das crenças da sua rica diversidade, uma Nação que se ergue em todas as direções, e que legitima a democracia e a liberdade no raiar de uma Nova República.

