A proposta do Pacto de Estabilidade que o líder subserviente da UNITA, bacharel Tirano Psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho”, tanto acenou à cidadania para depois levar ao Senhor Presidente da República, é mais um artifício da dramática aflição que abunda no Galo Negro.
É pura ilusão de base assente na ideia de um País que não existe, e mesmo antes de pedir audiência a João Manuel Gonçalves Lourenço, deveria esclarecer que UNITA representa e há elementos factuais do Galo Negro liderar uma oposição claramente em ebolição. O ónus dessa prova cabe ao proponente, deriva desta consequência de haver uma viva disputa pela liderança da oposição.
O Senhor Presidente da República, limitou-se para quem espera dele a Voz do Estado, a dar uma aula de cidadania, com base na estabilidade, democracia, patriotismo, representando uma Nação que a UNITA teima em não adaptar-se e ser um foco de instabilidade.
A conferência de imprensa que se seguiu ao encontro, foi claramente um exercício de propaganda sempre com a ideia subjacente de que ou a UNITA vence ou teremos o caos.
Na proposta do Pacto de Estabilidade, para ter substância para negociar, haveria de estar o País mergulhado numa instabilidade ingovernável, e nele deveriam constar compromissos das diversas UNITAs, em relação a questões de fundo da República de Angola:
Qual a relação da UNITA com a FLEC, e qual a posição das UNITAs em relação a Cabinda? A FLEC também seria parte da opereta lírica do Pacto de Estabilidade?
Quais os compromissos internacionais do Galo Negro?
Que compromisso tem com Isabel dos Santos?
O que a UNITA estava disposta a fazer em relação às suas representações do estrangeiro?
Que relações há estabelecidas com o fundamentalismo islâmico?
Que modelo de educação? Saúde? Solidariedade social?
Que sistema económico tem nos seus fundamentos, já que “ad hoc”, sempre privilegiou o setor primário e entende não ceder o direito de superfície a quem quer que seja?
Um Governo que é suportado por uma Maioria Parlamentar na Assembleia Nacional, só por miopia poderia ceder a aventuras sem rumo e sem identidade, e nem sequer há comunhão de ideais, e seria uma traição à militância e a todos os cidadãos que têm permitido ao MPLA condições de governabilidade.
A UNITA está confrontada com as suas próprias insuficiências, elas arrastam-se de eleição a eleição, tiveram hipótese no caos de 2017, mas nem aí foram capazes porque as pseudo elites do partido estavam integradas na corrupção e saque que então comprometeram interna e externamente.
Vaticino para a década de 30 deste século o fim do MPLA, FNLA e UNITA, estrategicamente o MPLA tem a sua identidade assegurada, é membro efetivo da Internacional Socialista, é neste espaço ideológico que África terá caminho para uma integração global plena, este desiderato refletiu-se na liderança de João Manuel Gonçalves Lourenço, na UA-União Africana, e nas parceria que têm sido impulsionadoras do desenvolvimento sustentado da Nação angolana.
Conclusão, a democracia consolida-se fazendo o seu caminho, o Povo é soberano, não adiantam máscaras para bailarem aventuras, Angola recomenda-se, os angolanos agarram a sua cidadania e ocupam o seu lugar, sabem do que está ser feito do muito que ficou por fazer, e aqueles que se viram proscritos e auto-exilados pelos seus crimes, não devem atrapalhar a Nova República.
A Grande Lição “Gratuita”

