A Brigada Conjunta

ByKuma

19 de Maio, 2026

Mostram cada vez mais partilharem os mesmos objectivos, há demasiadas coincidências e complementam-se em entreajuda para atingirem o mesmo alvo: O MPLA e João Manuel Gonçalves Lourenço.
De origens e tempos diferentes comungam o “modus operandi”, a impotência cada vez mais evidente da UNITA do líder subserviente e sobrevivente, bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho”, e incapacidade indesmentível dos franco atiradores do MPLA, como Higino Carneiro e Cónego Melo, é um dado adquirido que revela uma vontade indomável de transformar o MPLA em terra queimada.
A pré-campanha, quer para liderança do MPLA, quer para a hipotética candidatura presidencial, está assente, cada vez mais, uma postura destrutiva, num combate suicida, exorcizam-se e exploram-se fantasmas, criam-se cenários de fértil imaginação lírica, e à falta de resultados envereda-se por caminhos ínvios e eivados de terrorismo político unindo sinergfias na destruição da ordem e da estabilidade.
Não acredito que toda esta subversão associada tire o sono ao Senhor Presidente da República, o seu núcleo duro sabe o que como lidar e tem a percepção do alcance dos falhados, basta estar atento à agenda do Governo em consequência das sucessivas etapas do desenvolvimento e dos compromissos associados de um Estado na linha da frente. Na saúde, na educação, na agricultura, na indústria transformadora não petrolífera, na garantia da Ordem Pública, a agenda é pública só não a conhece quem não está minimamente atento.
O MPLA agradece terem proporcionado o caminho livre, os fragmentos da UNITA além de digladiarem entre si, estão em conflito aberto e irreversível com o PRA-JA de Chivukuvuku, e Higino Carneiro, veio despertar na memória dos angolanos os efeitos recentes da brigada da corrupção, insaciável, que comprometeu sem dó nem piedade, o futuro de gerações de angolanos. Seria um retrocesso comprometedor entregar Angola aos financiadores da UNITA/FLEC, e ao retorno das chorudas propinas de má memória dos empresários, que tinham de passar pelos escritórios de Higino Carneiro, Kopelipa, Isabel dos Santos, Álvaro Sobrinho, e maior escala no de Manuel Vicente, para conseguirem investir no nosso País.
Angola vive um ciclo promissor, refletido num parque industrial em franco desenvolvimento, as infraestruturas estão a dar cada vez mais respostas aos desafios, já é demasiado tarde para mim, mas há um sol que desponta esperança para milhões de jovens desta grande Nação, é com eles, para eles, que temos um Estado em evolução permanente, basta atentarmos à vigilância para que os aventureiros não atrapalhem a Nova República