Portugal perdeu. A CPLP perdeu. Os PALOPS podem perder se entrarem no jogo vencedor das eleições presidenciais portuguesas.
Porquê?
Porque um aventureiro racista de Extrema Direita, com todo o ruído contagioso que contaminou a UNITA, Mondlane, e alguns terroristas que gravitam nas suas órbitas, lançou um André Ventura derrotado antes de o ser.
Mas o vencedor é um prisioneiro dos interesses transversais de um Sistema manietado que se vai engolindo a si mesmo. Basta ver quem ontem invadiu as televisões a defenderem o tacho, todos os grandes líderes das empresas que negociam com o Estado, autarcas, com algo em comum, todos ex-ministros.
É com essas grandes empresas que é necessário toda atenção por parte dos nossos governantes em Angola.
Com a vitória do socialista António José Seguro, com a oportunidade de Fundos Europeus do PRR e de apoio às Calamidades, as empresas portuguesas só prosperam com mão de obra escrava, com salários de miséria, sem habitação condigna, sem agrupamento familiar, virada para cidadãos do Bangladeche, Sri Lanka, Índia e Paquistão, que além do trabalho têm como principal objetivo a islamização da Europa, o que já está a acontecer a uma velocidade estonteante.
Acontece que a UNITA do monarca Mbundo Lukamba “Miau” Gato, e o seu lacaio brigadeiro de fisga, bacharel tirano Psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, na senda da demagogia que está no seu ADN, vão promover a emigração de angolanos para Portugal, para a escravatura moderna, para de seguida responsabilizar o Governo pela fuga de cidadãos em busca de uma ilusão, engordando empresas e empresários portugueses.
Ontem mesmo o monarca Mbundo, Lukamba “Miau” Gato, na sua marcha reinante aplaudido por súbditos bajuladores, pronunciou-se como impulsionador de ” 2026 – ANO DA CONSOLIDAÇÃO DA AMPLA FRENTE PATRIÓTICA PARA A ALTERNÂNCIA DO PODER”. Mas não se ficou por aqui, mais à frente afirma estar em fase de conclusão, um “Pacto Nacional de Transição com Ativistas”, que assegure a continuidade do Estado.
É triste, muito triste ver a UNITA a afundar-se sem entender o mundo em que vive, sem qualquer noção de Estado e de geopolítica, a cegueira não deixe ver a rejeição daquilo que defende, além da leviandade de até hoje não ter conseguido apresentar um verdadeiro Programa de Governo, e já lá vão vários governos sombra, com múltiplas faces e máscaras de conveniências, transmitindo aos cidadãos um desnorte e um vazio cada vez mais perceptível.
O mundo está viver ciclos em permanente transformação, a estabilidade é um ganho que alicerça resiliência, mas que obriga visão a credibilidade, Angola tem e está a desempenhar um papel relevante no plano internacional, com ganhos visíveis, no nosso País como noutras paragens há quem esteja a ficar pelo caminho no espectro partidário, a UNITA persiste no suicídio, o Senhor Presidente da República e o MPLA são aos olhos do mundo e dos cidadãos o garante de uma continuidade pacífica, livre, democrática, com espaço para surgimente de forças políticas que irão vestir e participar num processo evolutivo, que em segurança, desenvolvimento, progresso social e empresarial nacional, darão corpo e esperança na trajetória para a Nova República.

