Os impostores

ByKuma

10 de Fevereiro, 2026

O líder subserviente da UNITA, brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, e o seu governo sombra, em obediência ao monarca Mbundo, Lukamba “Miau” Gato “o saudosista, está, perante o descalabro eleitoral previamente perspectivado por indicadores insuspeitos, incumbido de encontrar parceiros, mesmo individuais, para implementar a publicamente anunciada pelo monarca, no exercício da sua autoridade hereditária, a dita Ampla Frente para a Alternância do Poder. Note-se, o monarca anunciou pública e previamente, para não deixar dúvidas da sua autoridade.

Mas um dia depois, menos de 24 horas, o monarca Mbundo, da sua côrte, anunciou o seu estado d’alma saudosista, nostálgica, recordando motas e o ensino colonial no seu Mwambo, perante o desafios lançado pelo Senhor Presidente da República, no exercício da sua legítima magistratura, incumbiu a nova ministra da Educação a integrar todas a crianças de Angola, no ensino primário. 

Não satisfeito, como sempre, mesmo com a fortuna proporcionada por José Eduardo dos Santos e a estranhamente desaparecida herança de Jonas Savimbi, veio a público louvar o ensino colonial que exigia exames a partir de Lisboa para toda a gente. Acontece que nesse ensino, tão apreciado pelo conjunto da nomenklatura do Galo Negro, obrigava as crianças de Angola, a aprender, os rios, serras, linhas férreas de Portugal, e a louvar a grandiosidade empolada do Império Colonial português.

Este espírito resiliente e saudosista do monarca Lukamba “Miau” Gato, que já colocou a sua segunda rainha, Felicidade Chipuca Paulo, no encalço do líder subserviente, é um hino à alienação e humilhação colonial, escondida hipocritamente num ódio disfarçado, essa grande mentira que se arrasta de uma postura anti-portuguesa. Perante o confronto com a ideia de que a UNITA jamais será governo em Angola pela via democrática. pelo voto livre dos cidadãos, com o crescente destemor do medo que durante tantos anos foi a arma silenciosa dos Kwatchas, os alienados com um português aparentemente ao leme, sentam um profundo desencanto com a impossibilidade do regresso do colonialismo que então os privilegiou.

Não, não e não, Angola está adulta, já não se perturba com independentistas em Bruxelas, muito menos com separatistas no seio da Nação Una e Indivisível, que saberá dar respostas, mesmo com adversidades que alguns teimam conservar, a democracia conquista-se todos os dias, a liberdade respira-se a cada instante das nossa vidas, e a esperança e a crença entrelaçam-se a caminho de uma Nova República.