O Senhor Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, da hora de passar o testemunho de uma prestigiante liderança da UA – União Africana, deixou um recado para o Continente, mas que também tem eco, naturalmente, em Angola, dada a postura de alguns agentes aventureiros e irresponsáveis.
Efetivamente a institucionalização da democracia, da liberdade, e por consequência da estabilidade, fundamente para todas a vertentes do desenvolvimento, não se conquista com golpes que eternizam golpistas no Poder, criam sectarismos e fricções permanentes, e geram o caos que tanto tem contaminado África e contribuído para a percepção de atraso global.
E é triste, desolador, quando em pleno séc.XXI, ainda possa emergir monarcas ancestrais promovendo fragmentações étnicas, presumindo superioridade, como o reizinho Mbundo Lukamba “Miau” Gato, impulsionando uma liderança palaciana, de uma UNITA capturada pela oligarquia familiar hereditária familiar déspota, entregue ao subserviente brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”.
Este, na sua postura que ecoa um vazio medonho, que nunca realçou o facto de o Presidente de Angola ter liderado a União Africana, pelo contrário, criticou, debochou,e para contrariar, nas suas repetidas exibições entre Luanda e o Icolo e Bengo, repetiu-se na necessidade de promoção das autarquias.
Este é o assunto de recurso das mentes nefelibatas, e o néscio diplomado, não entendido que, sob pena de criar assimetrias irresolúveis, Angola necessita de 100.000 quadros técnicos de gestão, engenharia, médicos, veterinários, urbanistas, geógrafos, quadros intermédios como electricistas, enfermeiros, agentes culturais, operadores de máquinas, para evitar esbanjamento de recursos e promover uma teia de corrupção local que tanto tem custado combater.
Hoje nem sequer vou terminar com as vantagens de uma Nova República, tenho sido tão acossado covardemente, que vou terminar com duas interpelações:
1 – Acha justo na sua ligação à cidadania, depois de ter vivido a estudar em Portugal enquanto decorria a Guerra Civil, que hoje o brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata,mais que intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho de Quinjenge”, receba do Estado uma reforma de oficial general? Entende justo, para com todos os ex-combatentes da UNITA, abandonados e explorados pelo seu capataz Kamalata Numa, que o representante em França, Lukamba “Miau” Paulo Gato, que antes da traição foi colocado como secretário geral na Jamba, ele e todos os seus irmãos recebam reformas como generais?
2 – São capazes, o monarca Mbundo, Lukamba “Miau” Gato e o seu subserviente, brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, de desmarcarem-se com veemência dos terroristas independentistas de Cabinda?
Hoje fico por aqui…!!!
Recado de Adis Abeba

