Dentro e Fora do País

ByKuma

23 de Maio, 2026

Não obstante as permanentes campanhas de desinformação e propaganda destrutiva e comprometedora que toda a oposição tem levado a cabo interna e externamente, os cidadãos e o mundo estão atentos e gerem-se pela realidade factual, a democracia não tem medo, a liberdade é irreversível, e o Estado e o Governo já atingiram um patamar que tende a minimizar o ruído das fantasias alegóricas dos alienados e avençados, claramente inadaptados à verdade que vai emergindo da transformação conseguida sob a égide do Senhor Presidente da República.
Começa a ser enfadonho analisar repetidamente uma oposição decadente, ignorância e presunção, oportunismo e falta de vergonha, são apanágio de um desfile tenebroso coreografado de intriga, mentira, e clandestinidade.
O país está a produzir, o sector agroindustrial já emprega mais que o petróleo, já produz mais valias oriundo do produto que reduzem a importação de alimentos, já exportamos frutas, produtos transformados, e o Corredor do Lobito, a exemplo do Corredor do Namibe, irá dar início à exploração de terras raras que o mundo tanto depende.

O Turismo cresce a dois dígitos, é uma indústria eminentemente angolana, suportada por micro e pequenas empresas numa cadeia interdependente de prestação de serviços associada.
Esta semana Angola ocupou espaço internacional em mais uma operação económico financeira, cujas páginas especializadas e credíveis estamparam o progresso indesmentível conseguido em menos de uma década.
Financial Times e Diário Económico:
“Angola reforçou esta Quarta-feira, 20 de Maio, a sua presença nos mercados financeiros internacionais com uma emissão de Eurobonds no valor de 1,5 mil milhões de dólares, evidenciando não apenas a capacidade do país em mobilizar financiamento externo, mas também uma recuperação gradual da confiança dos investidores internacionais na economia angolana.
A operação, a segunda realizada pelo país em 2026, registou, segundo uma nota da FORBES ÁFRICA uma procura avaliada em cerca de 4,01 mil milhões de dólares, quase três vezes superior ao montante colocado, desempenho interpretado pelo mercado como um sinal de maior credibilidade da trajectória macroeconómica nacional, num contexto ainda marcado por desafios estruturais.
Estruturada como uma operação integrada de gestão de passivos, a iniciativa combinou a recompra de dois Eurobonds em circulação com a emissão de novos títulos com maturidades em 2031 e 2037, remunerados às taxas de 8,250% e 9,5%, respectivamente. Mais do que uma simples operação de financiamento, a estratégia permitiu ao Estado actuar directamente sobre a composição da dívida pública, alongando maturidades e reduzindo riscos associados ao refinanciamento de curto prazo.
A iniciativa enquadra-se na Estratégia de Endividamento de Médio Prazo 2026-2028 e reflecte uma abordagem cada vez mais activa do Executivo na gestão da dívida soberana, num momento em que os mercados internacionais permanecem particularmente selectivos em relação às economias africanas emergentes.
Nos últimos anos, Angola tem procurado melhorar os principais indicadores macroeconómicos, beneficiando de maior estabilidade cambial, desaceleração da inflação e consolidação fiscal, factores que têm contribuído para uma percepção de risco menos penalizadora por parte dos investidores externos. Ainda assim, o custo da dívida continua elevado, reflexo do histórico de um passado de anteriores executivos.
A forte procura registada nesta emissão demonstra, contudo, que parte significativa do mercado financeiro internacional continua disponível para financiar Angola, sobretudo perante sinais de maior disciplina fiscal e continuidade das reformas económicas. Analistas entendem que o interesse demonstrado pelos investidores reflecte igualmente a expectativa de manutenção da estabilidade política e institucional, considerada determinante para preservar a confiança externa.
Além de melhorar o perfil da dívida pública, os recursos captados deverão apoiar a execução do Orçamento Geral do Estado, garantindo margem financeira para o financiamento de investimentos públicos e programas sociais, num momento em que o Governo procura responder simultaneamente às exigências de crescimento económico, diversificação produtiva e redução das desigualdades sociais.
A nova emissão contribui ainda para consolidar a curva de rendimentos soberanos de Angola nos mercados internacionais e aprofundar a relação do país com a sua base global de investidores, elemento considerado estratégico para futuras operações de financiamento externo.
Com esta operação, consideram os analistas, Angola procura transmitir ao mercado uma mensagem de previsibilidade financeira e maior capacidade de gestão das suas obrigações soberanas, reforçando o posicionamento do país junto dos investidores internacionais num ambiente global ainda marcado por juros elevados e maior prudência na alocação de capital às economias emergentes.”
É um regozijo para todos os cidadãos que se entregam na construção do País e do seu futuro geracional, mas é também, uma advertência para os aventureiros e emissários da desgraça, que deles restará um retrato de triste memória. E temos nomes responsáveis, a história reportará, é uma seita com máscaras decadentes cuja maldade os mecanismos da democracia encarregar-se-á de os repudiar, levará tempo, mas é com tempo que os malfeitores percorrem o caminho das trevas.
João Manuel Gonçalves Lourenço, tem resistido a uma multiplicidade de teorias dos novos iluminados, já esgotaram nomes, cenários, assim se combate quem é importante, em dois dias chegaram à Cidade Alta solidariedades inesperadas, até Isabel dos Santos, não há muito iludida com vendedores da banha da cobra, elogiou a postura do Chefe de Estado face à proposta do hipotético e solitário líder da oposição.
Esperemos lealdade aos valores e princípios daquilo que representam por parte dos candidatos a candidatos à liderança do MPLA, digam ao que vêem e o que representam pelos seu passado, não iludam com promessas de um futuro vazio, sem substância concreta, não iniciem fracassos previsíveis em culpas alheias, subverter o interesse nacional a cargo de um MPLA cada vez mais ligado ao futuro, em proveito de jogos pessoais ou de grupo, é um crime de irresponsabilidade e frustração públicos, os militantes do Partido sabem que lhes cabe o dever de manter a acesa a chama da esperança, que nos levará inevitavelmente à Nova República.