Depois de um Inverno tenebroso em que só alguns se aqueceram, que nem sequer deixaram apanhar lenha do mato para a fogueira dos outros, chegou na Primavera que está florir e dar um colorido ao alvorecer onde desponta o sol que se vai estendendo no horizonte de esperança para todos os angolanos.
Ainda não chegou a todos, o caminho é longo e sinuoso, mas os sinais indicam bom tempo mesmo onde as nuvens descarregaram e inundaram com a desgraça. às zonas atingidas pela intempérie deslocou-se o Senhor Presidente da República, e mesmo com a visita do Santo Padre Leão XIV, que viajou na TAAG, determinou e disponibilizou uma verba generosa para amenizar o sofrimento das vítimas, e fez deslocar a Benguela o seu ministro da coordenação económica. Atenção, determinação, e lesto na decisão, João Lourenço, contra todas as críticas, intrigas, e apreciações precipitadas já costumeiras, silenciosamente, fez.
Mas hoje também há sol, há confirmação do que a oposição sistematicamente ignora, contraria e teima em não querer ver, 66 novas empresas fora da área petrolífera, entraram para o grupo dos grandes contribuintes do Fisco em Angola, com a criação de 25.000 empregos qualificados. É produção, é produtividade, é inovação, e são cada vez mais produtos angolanos nas prateleiras de Angola e do mundo.
Satisfaz-nos sobremaneira que haja cada vez mais leitores da Tribuna de Angola, hoje mesmo a tutela da Banca reúne para analisar a falta de operacionalidade dos bancos nacionais no investimento produtivo local, é uma nódoa visível agravada quando se constata, que promovem apenas crédito ao consumo.
É gratificante, também, constatar a forma positiva como a imprensa do Vaticano realça o positivismo de Angola na viagem do Sumo Pontífice, quer a nível de Estado, quer a nível do Apostolado, é a realidade de Angola a ecoar no mundo inteiro, é um bálsamo para o Governo, e dignidade para a cidadania. É também, e sobretudo, um alerta para a CEAST, a quem Sua Santidade deixou um recado claro e inequívoco, deixem o conforto das mordomias e desloquem-se para as periferias a dar conforto aos mais desprotegidos, o alimento e aconchego da alma é uma obrigação sacerdotal. Jesus Cristo expulsou os vendilhões do Templo.
Estamos a saborear frutos frondosos da colheita semeada e plantada desde 2017, adubada em 2022, infelizmente ainda não chegou a todos, mas nunca chegou a tantos, há quem tenha medo que lhe tirem a fruta da mesa adquirida clandestinamente, mas também para esses a realidade está a bater-lhes à porta, é necessário que os cidadãos saibam que há muita coisa por fazer porque não pode ser feita,o cumprimento do Estado de Direito assim obriga, mas somos todos responsáveis pela legitimidade da mudança que a oposição destrutiva tenta emperrar, 2027 está a bater à porta, só o MPLA de João Lourenço, claramente se mostrou capaz de implementar a transformação que os desafios globais exigem, e é esse caminho da esperança que num abraço do tamanho de Angola, devemos acolher a Nova República.

