É cada vez mais necessária e exigível uma profunda reflexão sobre a sentimento de uma cidadania com focos repartidos assentes em pressupostos que teimam persistir e que são causadores de divergências aproveitadas e até amplificadas, por oportunismos de minorias que se alimentam de ruído.
Egos, separatismos e fundamentalismos étnicos, vaidades e presunções, fragmentam a grande Prioridade decorrente da nossa Independência Nacional e integridade Territorial: Angola.
A Unidade Nacional, alicerces consolidados para a construção da normal Reconciliação Nacional, não são objecto de negociação política, é um sentimento tangível alojado na alma invisível de cada cidadão, é a responsabilidade individual no contexto da cidadania. Reivindicar a Reconciliação Nacional, é um desafio à nossa capacidade pessoal de integração na Pátria una e indivisível normalizada com regras consensuais de civilidade e urbanidade estabelecidas.
É imbuído neste espírito que no espaço e no tempo, cada um individualmente ou coletivamente opta por um caminho, também político, que deve ter Angola perenemente como prioridade, priorizando o respeito, ética, moral, sem nunca descurar a solidariedade e valorização do que nos une.
No todo de uma Nação basta que alguém impulsione uma matriz disruptiva, obriga a que outra se lhe oponha em defesa daquilo que se chama, Estado de Direito. Vivemos esse tempo perigoso, nichos inadaptados alimentados de subterfúgios, fazem ruído, poluem o ambiente com intrigas, insinuações, ataques pessoais e a órgãos de soberania, tentando alienar a estabilidade para ecoar o vazio da sua existência.
O ataque continuado ao Senhor Presidente da República, acusando-o de tudo preparar para cumprir um terceiro mandato desrespeitando um preceito constitucional, caiu por terra quando, depois de suportar toda a campanha vergonhosa em silêncio, João Manuel Gonçalves Lourenço, do alto da sua integridade pessoal e política, recandidata-se com normalidade estatutária à liderança do MPLA no Congresso do Partido a realizar em Dezembro de 2026, e a seu tempo irá propor o candidato à sua sucessão na governação do País, para o qual em tempo útil definiu o perfil de exigência nacional.
João Manuel Gonçalves Lourenço, deixa-nos como herança do seu grato consulado, o fim da desastrosa Segunda República, de triste memória,e o início e progressiva consolidação da Terceira República que irá concluir-se com uma revisão profunda da Constituição da República. É para assumir essa responsabilidade que vamos todos ser chamadas em 2027, seremos nós em maioria inequívoca a assumir o rumo estabelecido, em defesa da Paz, democracia, liberdade, e do Estado de Direito, garantia da dinâmica de desenvolvimento sustentado, harmonização social, segurança e estabilidade, e nunca desfalecer a esperança que abraça os novos amanhã da Nova República.
Prioridade

