Na perspectiva das eleições gerais em 2027, emerge uma realidade preocupante para o espectro político partidário em Angola, vislumbra-se uma depressão e falência funcional de uma oposição credível capaz de exercer um equilíbrio democrático. A inoperacionalidade substantiva ocupada por uma iniquidade comportamental e um vazio programático, elevam o risco de um colapso indesejável que pode gerar sobressaltos verbais justificativos para ocultar a ausência de capacidade de apresentar um programa de governo com bases sólidas, capaz de atenuar a perspectiva de uma estrondosa vitória do MPLA.
A UNITA que poderá vir a conseguir continuidade na liderança da oposição, teima a trilhar caminhos ínvios alternativos ao Poder, investe milhões de dólares em lobbies em Washington, em Bruxelas, está cada vez mais prisioneira de Moscovo, não entendendo que Angola é cada vez mais senhora de si, Independente, equidistante, consolidando uma identidade nacional, regional e global, erguendo fronteiras invioláveis a pressões, com o Senhor Presidente da República a estabelecer parcerias, reciprocidades, fortalecendo coesão interna através de um desenvolvimento sustentável e apostando numa cidadania cada vez mais capaz.
O ruído banalizou-se, desvalorizou-se, os desfiles com slogans folclóricos, são hoje rodapé nas páginas que diariamente se vão escrevendo de um tempo que adoptou a mudança, a valorização e dignificação da terra são um casal harmonioso que escalam o futuro de mãos dadas, a Nação não cede a melodramas ensaiados, a Pátria não se compadece com arrogâncias arrependidas, e os cidadãos estão saturados de vitimizações balofas, chega de estacionar o presente e condicionar o futuro agarrados aos passado, em política não há virgens nem inocentes, mas há coragem, capacidade, coerência, liderança, persistência na persecução de um rumo, é este o estandarte desfraldado com determinação em 2017 por João Manuel Gonçalves Lourenço.
Que o odeia e porque o combatem? Porque é um vencedor pela positiva, mudou o País, elevou a autoestima da cidadania, tem obra feita, e de forma sustentável vai consolidando as instituições e o desenvolvimento.
Alguma vez houve paralelo na liberdade de expressão? Alguma vez houve ação e solidariedade social como agora? Congressos, conferências, colóquios afrontando o Estado, liberdade para os sacerdotes usarem o púlpito para fazer política, espaço loivre para os advogados exercerem, enfim, um somatório de conquistas só possíveis em democracia, esse élan de um oásis que João Manuel Gonçalves Lourenço soube garantir e que tudo fará para preservar.
Poderá haver no futuro lugar para a maledicência, mas haverá seguramente exigência de responsabilidade, são detalhes tangíveis que em 2027 consolidar-se-ão com o culminar de uma Nova República.

