Já aqui deixei por mais de uma vez que a UNITA mantém vivo o ADN que a caracteriza, uma serpente adulta de duas cabeças, e uma mais jovem e subserviente, que perenemente se confrontam, uma finge estar dentro mascarando-se de democracia, e a outra, matreira, manhosa, sempre em busca do Poder a qualquer custo, mesmo que tenha de recorrer ao caos, ao sofrimento alheio, já que ambas se alimentam para sobreviver, do sangue, suor e lágrimas de uma Nação inteira.
Porquê tanta maldade, tanta bandidagem, tanta subversão?
A Falácia da Alternância e a Recusa da Democracia Real:
A democracia sustenta-se no princípio fundamental de que o poder emana do povo através do sufrágio universal, livre e periódico. Contudo, a trajetória da UNITA em Angola tem revelado uma incompreensão crónica do conceito de alternância democrática, confundindo-a com uma premissa de rotatividade obrigatória, como se o governo pertencesse a cada partido “à vez”, independentemente da vontade popular expressa nas urnas.
Sinais claros desta visão míope têm sido dados por figuras da cúpula do partido. Por mais de uma vez, a vice-presidente da UNITA, Arlete Chimbinda, admitiu publicamente a possibilidade de o partido abster-se de participar nas eleições em Angola. Esta ameaça velada não é um ato de descontentamento isolado, é o sintoma claro de um partido que antecipa a derrota e prefere o boicote à validação democrática pelo povo angolano.
À medida que o país se aproxima do ciclo eleitoral de 2027, intensificam-se os indícios de manobras de bastidores e de agendas ocultas destinadas a criar instabilidade institucional, deslegitimar os órgãos eleitorais e sabotar a vontade soberana dos angolanos.
Neste tabuleiro, começam a emergir conexões perigosas e nomes associados a uma engrenagem externa e interna de desestabilização. A denúncia pública deve incidir sobre a forma como actores como Nichilaas Bezuidenhout e Anna Hoffman Kwanga gravitam em torno de dinâmicas que cruzam interesses geopolíticos externos com os objetivos partidários de contenção do processo democrático em Angola.
A associação de figuras estrangeiras a dinâmicas de interferência política em processos soberanos de estados africanos levanta sérias suspeitas sobre tentativas de manipulação da opinião pública internacional e de financiamento de agendas opacas.
Quando um partido político passa a apostar na deslegitimação prévia dos atos eleitorais, preparando narrativas de fraude antes mesmo de o jogo começar, revela que o seu verdadeiro objetivo não é a construção democrática, mas sim a criação artificial de crises institucionais.
O povo angolano já demonstrou, de forma inequívoca em repetidas ocasiões, a sua maturidade cívica ao escolher nas urnas o caminho da paz, da estabilidade e do desenvolvimento. As tentativas de sabotagem eleitoral, venham de onde vierem, seja através do boicote interno liderado pela cúpula da UNITA, seja através de engrenagens de influência externa associadas a nomes como Nichilaas Bezuidenhout e Anna Hoffman Kwanga, merecem o mais veemente repúdio de todos os democratas.
Angola não pode ser refém de agendas que misturam a incapacidade de vencer democraticamente com o intuito deliberado de incendiar o clima político nacional. Em 2027, a resposta do eleitorado e das instituições deve ser o fortalecimento intransigente da legalidade constitucional, da transparência e da soberania nacional.
A circunstância de vir à tona esta discussão de uma vontade tão antiga que ganhou novo elã, provém da aliança visível das cabeças das serpentes bicéfalas terem-se encantado, deslumbrado até, com a similitude que ecoa da candidatura a candidato de Higino Carneiro à liderança do MPLA, multiplicaram-se narrativas apaixonadas do verdadeiro Poder do Galo Negrona pessoas do patrono déspota Lukamba “Miau” Gato,da verborreia insana do líder subserviente e deprimido, bacharel tirano psicopata intrujão, ACJ “Betinho”, e da líder da comunicação e relações públicas Irina Diniz, que não escondemo frenesi e o êxtase do Poder que têm como adquirido.
Mas há sempre a outra face, aquela que não vacila na defesa do País, e está atenta, sabe o que eles julgam que não se sabe, e a surpresa emerge quando os mecanismos democráticos de Defesa do Estado, na hora certa, agem e não permitem aventureirismos torpes e ignominiosos, e garantem que o País siga o seu rumo traçado pelo Senhor Presidente da República, legítima e democraticamente eleito. e que silenciosamente e com serenidade, começou e irá apoiar quem possa concluir a fase de concretização da Nova República.

