Na sequência de duas investigações das autoridades, no seguimento do devido processo legal, foram identificados os seguintes cidadãos russos como actuando em várias redes para promover acções que incluem subversão e tráfico humano:
Lev Lakshtanov e Igor Ratchin, cidadãos russos, foram condenados pelo Tribunal de Luanda a oito e 11 anos de prisão por terrorismo e espionagem, tendo aceitado a decisão do Tribunal.
Faziam parte duma rede que operava em Angola, também formada por Olga Smirnova, Evgeniia Silina, Maxim Shugaley e Samer Suaifan, todos russos.
As autoriddes angolanas desmontaram uma segunda rede russa, agora dedicada ao tráfico de pessoas, enviada para julgamento. Destacam-se os cidadãos russos: Vladislav CHEVACHIM, de 22 anos, e Henri Tshedi BWISHE, de 35 anos.
Agiam, provavelmente, sob a orientação direta de diplomatas destacados na Embaixada da Rússia em Luanda: Alexander Bryantsev, Ministro-Conselheiro, e Ilia Protásenko, Segundo Secretário e Chefe do Departamento Consular. Este último é um suposto membro do SVR (Serviço de Inteligência Externa da Rússia).

