Não é surpresa, o Ensaio sobre a Cegueira não deixa ver, mas as organizações mundiais prestigiadas que se ocupam dos índices de desenvolvimento estão atentas, veem, elogiam, confiam. No entanto, os eternos abutres avençados e dependentes, atraídos por uma UNITA primitiva e persistentemente decadente, continuam mergulhados na maledicência projetada pelo líder deprimido, subserviente, bacharel, tirano, psicopata, intrujão, ACJ “Betinho”. Na capoeira são todos doutores e engenheiros, reis e rainhas, generais analfabetos e meretrizes coloridas disfarçadas e, sem vergonha nem pudor, insistem em denegrir e difamar quem apresenta um somatório de obras feitas.
Depois de levar água a rasgar as terras áridas e secas no Cunene, da concretização fundamental do Parque Industrial do Dande, do funcionamento da Refinaria de Cabinda, da multiplicação da produção de energia hidráulica, do início da exploração do gás natural e dos novos hospitais com valências únicas na inovação, no domínio das infraestruturas temos agora o Mega Projeto Quilonga Grande, um dos maiores investimentos estruturantes do Executivo angolano no setor das águas, concebido para melhorar de forma significativa o abastecimento de água potável às províncias de Luanda e Icolo e Bengo.
O sistema foi projetado para uma capacidade substancial de produção, prevendo tratar e recuperar centenas de milhares de metros cúbicos de água por dia (com estimativas globais a apontar para cerca de 518.000 metros cúbicos dia no dimensionamento total do sistema) e cerca de 200 mil metros cúbicos numa primeira fase de recuperação direta para reforço da região.
O empreendimento inclui um Centro de Tratamento de Água (ETA) e um Centro de Captação localizados estrategicamente nas margens do rio Kwanza, além de extensas redes de condutas adutoras, sub-estações de bombagem e novos centros de distribuição com reservas superiores a 185 mil metros cúbicos de água tratada.
Para além de aliviar o défice histórico de abastecimento em zonas periféricas e urbanas de Luanda, o projeto tem um impacto direto local relevante, como no município do Bom Jesus (Icolo e Bengo), onde atende uma fatia expressiva das necessidades locais, promovendo a segurança hídrica, a redução de doenças de origem hídrica e a melhoria da qualidade de vida das populações.
As obras têm registado avanços significativos na vertente eletromecânica, condutas e estações de bombagem, com as autoridades a apontarem a conclusão global e a entrada em funcionamento gradual para novembro de 2026, na sequência de visitas de monitorização de alto plano encabeçadas pelo Senhor Presidente da República para fiscalizar o ritmo de execução no terreno.
Isto chama-se liderança, determinação e apego ao desenvolvimento do país, um exercício que tem sido discreto, mas que tem tido, ultimamente, mais visibilidade com visitas constantes de constatação de João Manuel Gonçalves Lourenço, acompanhado dos seus ministros da tutela e responsáveis pela execução, qualidade e cumprimento de prazos estabelecidos para dar respostas à cidadania.
A oposição política e partidária vacila perante os factos, vão-se dissipando argumentos, a perceção pública é dramática, anteciparam demasiado o jogo, confundiram-no, conforme aqui tão bem exemplificou o nosso director, Anselmo Agostinho. Confundem justiça penal com regras estatutárias, vivem na clandestinidade e julgam-se impunes, mas a democracia vive de regras de transparência, a liberdade é uma conquista da Ordem Pública, e o Estado, como garante das instituições, zela com os seus mecanismos de defesa pela salvaguarda da igualdade. São esses os pilares bem alicerçados na construção da Nova República.

