É espantosa a desfaçatez da gentalha que se arrasta atrás da servidão voluntária na expectativa do oásis da indigência, perante factos que dia a dia vão desmontando a narrativa do caos; o circo leva à arena a boçalidade política doutrinada na maledicência.Os saltos acrobáticos são sensacionais: Graça Campos, a Leninha, o Cândido, o Mulaza, o Boio, o Inglês, o Preza, o Gama, e o xerife Raimundo, depois de proclamarem hosanas ao líder deprimido e subserviente da UNITA, o bacharel tirano, psicopata e intrujão ACJ “Betinho”, pelos seus feitos junto da extrema-direita racista e xenófoba, e do narcotráfico, querem redimir-se, trazendo ao seu oportunismo a extrema-esquerda trotskista e caceteira, símbolo da revolução permanente, para irem descolando do Galo Negro, que cada vez tem menos força para voar.Só que a emenda é pior que o soneto: são iguais, assentam ambos na doutrina da destruição e colocam o povo dependente de uma nomenclatura assassina e de limpezas étnicas. Francisco Louçã, é ícone do fracasso e da degradação política, encaixa na Rádio Essencial na perfeição, é o eternamente derrotado de vitórias morais, que numa década passou de 18 deputados para 1 no Parlamento português. Rejeição pura e simples, um vazio completo. Foi o extremismo e o fundamentalismo da extrema-esquerda que abriram portas à extrema-direita, vivem de permanentes roturas, impondo fraturas na sociedade, tentando reescrever a história e vivendo o dia a dia, sem passado nem futuro.João Manuel Gonçalves Lourenço e o MPLA, assumindo a responsabilidade histórica de Guia do Povo, da sua unidade na diversidade e garantindo a integridade territorial, vão, em silêncio, vencendo batalhas, barreiras e até obstáculos artificiais que tentam entravar o progresso. A realidade vem à tona, emerge a cada dia que passa, vencem-se desafios antigos, assumem-se desafios novos, e o futuro revela-se a cada passo: somam-se inaugurações, concretizam-se avanços em áreas como a medicina, o digital e o espacial, e vão-se colmatando as assimetrias da educação, da habitação e da saúde primária, consoante a formação de quadros que possam exercer e vencer os atrasos herdados de um passado que não pode voltar mais.Vamos avançar, vamos acreditar, é possível, está a ser possível! 2027 é a meta, é o desafio, é a defesa da democracia, é a garantia de liberdade; são as conquistas que, desde 2017 e reforçadas em 2022, nos dão a garantia de paz, ordem pública e estabilidade, para que possamos festejar a Nova República.
Os Equilibristas

