Deslealdade e Masoquismo

ByKuma

12 de Junho, 2026

Começo pela deslealdade da UNITA e todos os seus pensantes e postura, quer política e patriótica, quando investe milhões de dólares em lobbies em Washington e Bruxelas. o Estado da República de Angola mantém relações diplomáticas estreitas, quer com os Estados Unidos da América ou a União Europeia. Estas buscas insistentes de afirmações pessoais e partidária derivam de uma ausência de identidade política familiar, que só o MPLA tem há décadas na Internacional Socialista.
Mas também é uma atitude masoquista face à indiferença notada repetidas vezes, por sucessivos encontros representativos das relações bilaterais. Acresce que face ao desafio que se perspectiva em 2027, a UNITA começa a temer ser ultrapassada pelo PRA-JA de Abel Chivukuvuku, que após a morte de Jardo Muekalia passou a ser o ex-dirigente do Galo Negro mais próximo do Pentagno. O mais grave são as derivas oportunistas que parecem ter metamorfoseado o SOVISMO num naufrágio com náufragos em busca de porto seguro.
Se em política há opiniões divergentes, é próprio da democracia, mas tem haver fronteiras e prestação de contas, há um deve e haver de regalias e responsabilidades. Onde a UNITA consegue arranjar tantos fundos para simular um retrato de governação? Cabe fazer lobby a um Partido político além fronteiras? Os resultados eleitorais não legitimam a diplomacia nacional como representativa da Nação angolana?
O que quer conseguir a UNITA com esta aposta nos lobbies? Intervenção externa? Não é estranho que as mesmas fontes nos Estados Unidos da América, em simultâneo, operem também, para a FLEC? São estas similitudes que erguem barreiras para a confiança necessária para um diálogo construtivo com o MPLA e o Governo.
Basta ler as publicações dos dirigengtes do Galo Negro, ouvir os pombos correios tóxicos, ou analisar o fanatismo colorido e erótico do vedetismo que desfila com o fanatismo e fundamentalismo contagioso, para acreditar na aflição depressiva na UNITA, só que há realidades que nenhuns fundos conseguem comprar, há uma verticalidade abrangente na cidadania angolana, há um rumo percorrido sem os “Kwatchas”, há ainda um caminho longe que falta percorrer, a a democracia está plantada de Cabinda ao Cunene, há um manto de liberdade do Atlântico ao Leste, e há em cada alma uma esperança tangível e uma crença inabalávelem soltar o grito preso na garganta da Nova República.