Corrupção – Terrorismo – Depressão – Oportunismo

ByKuma

14 de Junho, 2026

A cidadania já entendeu, caíram as máscaras, perderam a vergonha, já não escondem a idiossincrasia nem ocultam o alvo, é pura maldade porque eles não são tão estúpidos assim.

Mas o caminho ainda é suficientemente longo e vai dar tempo de revelar os aventureiros que se agrupam em seita que mutila a política numa arena alienada a uma confrontação onde a mentira e a intriga são baionetas afiadas.
Vivemos numa atmosfera política tóxica, e mesmo os bem falantes presunçosos em decibéis amplificados, conclui-se que não passam de analfabetos funcionais.

Os avençados confundem Estado com governo, falam de justiça como se fosse um apêndice do Senhor Presidente da República, e depois mergulham num somatório de contradições que trazem à tona a cegueira comprometida.

Se catedráticos dizem que não há quadros qualificados para preencher os lugares exigidos na docência de uma centena de universidades, dão razão a quem entende que não estamos em condições de dotar as Autarquias com quadros capazes técnico administrativos.
Mas traz-me a este espaço a forma como deturpam a decisão dos tribunais portugueses no Processo que envolve Isabel dos Santos, e dois bancos de Portugal, num financiamento de 160 milhões de euros, conseguido com a legitimação da entrada no capital da empresa em causa, da ENDE que injetou 16 milhões de euros, a mando do então presidente José Eduardo dos Santos.

Esta decisão não invalida que Isabel dos Santos tenha constituído fortuna através de teia de corrupção monstruosa e que não tenha de prestar contas à justiça de Angola.
Se o Senhor Presidente da República em algum momento interviu, foi na qualidade de titular do Poder Executivo, em defesa dos interesses do Estado da República de Angola, que infelizmente foi induzido numa perspectiva por vezes errada, por incompetência, laxismo e cumplicidade do então Procurador Geral da República, Hélder Pita Gros.
Podem tentar branquear Isabel dos Santos, mas ela não está auto exilada no Dubai por culpa de Angola, ela é uma foragida internacional amparada por vários escritórios de advogados que lhe vão assegurando uma liberdade precária a custo de muitos milhões.

É pena que quem queira cantar vitória de Isabel dos Santos, extrapolando para um confronto com João Manuel Gonçalves Lourenço, não se preocupe enquanto cidadão, em saber onde andam os fundos da ENDE, que ao que parece nunca chegaram à EFACEC, não passando de um artifício para desviar milhões para Isabel dos Santos, em conluio com o Ministério da Economia de Portugal. Esta é uma história muito mal contada.
O alinhamento político entre os deprimidos, dependentes e corruptos, não é coincidência nem surge ao acaso.

A origem e estratégia advêm de uma narrativa partilhada com um alvo definido, em nome da democracia e aréola de liberdade, presumem impunidade, creem-se imunes e alicerçam a perspectiva de um futuro partilhado. Vejam a troca de elogios e a mesma falta de vergonha, pensam ser senhores de um destino coletivo e quando contrariados por leis e regras estabelecidas, comungam de uma vitimização e moldam-se como mártires do Estado de Direito e Ordem Pública. Inocência ou maldade?
João Manuel Gonçalves Lourenço, com capacidade de liderança e determinação inabaláveis, consolidou um rumo, liderança, e devolveu autoestima à cidadania, que lhe é retribuída com a confiança e crença num futuro de esperança, há barreiras factuais invisíveis mas tangíveis, a obra não nasce sozinha, está intrinsecamente ligada ao homem, Angola está a construir uma conexão de infraestruturas que só a sua harmonia gerará resultados esperados, é com esta visão do amanhã que se iniciou em 2017, reforçou-se em 2022, e consolidar-se-á em 2027, a Nova República.