A Nova República

ByKuma

15 de Junho, 2026


Depois da Primeira República Popular da Fundação da Nacionalidade, e da Segunda República Liberal, onde se instalaram, mesmo em tempo de Paz, vícios que deveriam ser progressivamente eliminados para que abrisse caminho à normalidade, estabeleceu-se um desequilíbrio e anarquia que abriu porta à maior instituição nacional: A corrupção.
A Terceira República, transformadora e reguladora de uma administração pública e princípios de governação que mudaram a face do País, tem desde 2017, e mais ainda após 2022, enfrentado barreiras erguidas nas mentalidades, com algumas situações irresolúveis, que amplificam os desafios de uma governação republicana sem que hajam sido criados mecanismos de consequência nacional.
Não podemos dar como caso perdido a descentralização demográfica, a pressão gera ingovernabilidade que propícia o caos que vai alimentando as aventuras do espectro político partidário oposicionista.

O senhor Ministro da Agricultura, Isaac dos Anjos, está a implementar uma política de incentivo ao meio rural, comprou uma quantidade de sementes e fertilizantes para distribuição, está a criar centros de apoio técnico com a implementação de um Centro de Apoio altamente capacitado no Bié, mas o Governo não pode ser poço sem fundo. Temos de fazer regressar milhões de cidadãos às suas terras, apoiar a instituição familiar, incentivar o seu reagrupamento.
Mas está por fazer uma série de mudanças que serviram ao longo dos anos para esconder a monumental onde de corrupção, começou-se em tempo de Paz a construir a casa pelo telhado. 
Nem todos os jovens podem ir para a universidade, ela deve ser produtora de excelência, além de não haver docentes capazes dessa exigência, Angola precisa de quadros intermédios, sobretudo técnicos, e escolas de Formação Profissional em estreita colaboração com as Associações Patronais.
Nem toda a gente pode ter carro, temos em Angola famílias com 5 pessoas com 7 carros. Nem todas as pessoas podem ter um telemóvel topo de gama, são posturas que alienam jovens a famílias, criam dependências que têm como consequências crises sociais profundas. 
A Oposição, sobretudo a UNITA do deprimido ACJ “Betinho, subserviente ao ao presunçoso mbundo, analfabeto funcional, Lukamba “Miau” Gato, que em cantoria folclórica clama por Autarquias, não sabe quantos quadros essa medida exige, na gestão, na administração, nos departamentos técnicos, máquinas, eletricidade, topógrafos, veterinários, biólogos para tratamento de águas, resíduos, e mais um grande número de exigências, também orçamentais, na generalidade territorial que tem enraizada a ideia de que ninguém paga água, energia, e outros taxas que derivadas de Posturas Municipais.
Ainda bem que o equilíbrio que o Senhor Presidente da República imprimiu à Nova República em implementação, não permitiu cedências enlouquecidas que têm defendido a estabilidade, foi esta viragem que deu espaço a uma visão que impulsionou o desenvolvimento sustentável e o saneamento das finanças públicas.
Seria catastrófico para Angola e para os angolanos permitir que uma avalanche arrastada por ventos de um passado desastroso, de má memória, completamente assente num vazio que só pode originar uma anarquia descontrolada, estamos no rumo certo, necessariamente com ajustes, temos de atenuar as dores da reabilitação da realidade, a Nação angolana é uma composição em marcha que necessita de uma locomotiva forte, com um maquinista com conhecimento, liderança e determinação, ainda é o MPLA que está em condições únicas de não permitir um descarrilamento, assegurou a democracia, garantiu e liberdade, renovou a esperança, vamos todos concluir a Nova República.