Na assembleia dos sonhadores que apavorados temem que em 2027 se tornem ainda mais pequenos, reagiram à Tribuna de Angola, e nas redes sociais vieram em cadeia confirmar que andam na lua, falta-lhes clareza e profundidade para que sejam levados a sério, confirmando o parque infantil do Galo Negro, onde as criancinhas dizem o que desejam quando forem grandes.
O líder deprimido e subserviente da UNITA, o bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho”, veio a público afirmar que o ensino universitário deveria ser obrigatório e gratuito, desejando uma cidadania de doutores e engenheiros, licenciados com exigência. A promessa de sermos um País único no mundo.
Mas como a Nação angolana ainda não enlouqueceu, os internautas reagiram e sem paciência para tanta demagogia, interpelaram as alucinações e seguindo o seu exemplo de mentiroso, se iríamos ter também engenheiros de cursos inacabados, e se teríamos uma catrefada de doutores, engenheiros e generais que mal sabem escrever o nome deles, apanágio da UNITA no retrato de uma pseudo-elite que até hoje nada produziu na País.
Face à reação adversa, o monarca déspota do reino Mbundo, reizinho Armindo Lucas Paulo Zacarias, escondido e disfarçado de Lukamba “Miau” Gato (o passado é uma chatice) , veio a público amparar o seu subordinado, revelando a inocuidade tóxica e contagiosa que abunda no Centro Jonas Savimbi, ex-SOVISMO.
Escreveu assim:
“Ainda não percebi a razão pela qual muitos insistem em afirmar que Angola não tem dinheiro para financiamento da educação e da saúde.
Muitos não têm noção das potencialidades do nosso país.
Angola do tempo colonial foi construído com o esforço do sector primário da economia.
A UNITA assume o poder em 2027, cinco anos depois o rumo do país estará claramente definido. O modelo de desenvolvimento inclusivo e sustentável dará os seus frutos e sempre em benefício dos angolanos.
O dinheiro das receitas petrolíferas deixará de servir para importar alimentos e será consagrado exclusivamente à construção de infraestruturas e para a educação/formação dos angolanos.
O nosso país tem muito dinheiro, o suficiente para dar uma vida digna a cada um dos seus filhos.”
Já é sabido e rebatido que a UNITA tem sempre como base o tempo colonial, a saudade é tanta que gera uma ansiedade doentia, mas o mais grave e catastrófico é constatar que invariavelmente, que os dirigentes do Galo Negro, sem excepção, acreditam que o Estado fabrica dinheiro sem regras, e que os quadros de exigência de formam do dia para a noite. Já pensaram o que seria do País nas mãos destes aventureiros que iriam colocar uma Nação em conflito isolado do mundo por falta de credibilidade?
É normalíssimo que estejam aflitos e a viver pesadelos com a governação de João Manuel Gonçalves Lourenço, ainda não se completou o segundo mandato de Presidente da República e já devolveu Angola ao mundo, com determinação, capacidade, liderança, gerou confiança e autoridade que garantem a democracia, liberdade, igualdade, transparência, e está hoje como parceira confiável no bilateralismo e multilateralismo.
Uma vez vinda a público a viva repulsa por a UNITA fragmentada e deprimida, cabe estancar a hemorragia verbal do terrorismo político que sobrevive na maledicência, José Gama, Nelson Gangsta, Graça Campos, David Boio, Luaty Beirão, Marcolino Moco, Raúl Diniz, já ultrapassaram todos os limites da decência e da moralidade, são uma afronta permanente de instabilidade democrática e da OrdemPública.
A cegueira e ausência de noção do ridículo desfila no colorido erótico da moda da política exibicionista, passa-se o tempo e não conta das mudanças profundas no País, Angola está na mesa dos decisores do investimento internacional, há empresas a formar angolanos para se instalarem no País com mão de obra nacional, hotelaria, indústria farmacêutica e transformadora, investigação, novas tecnologias, Angola vai exportar energia para países vizinhos, gás e produtos refinados (particularmente Jet Fuel), há todo um novo élan silencioso assente em obra feita, é a força motriz da esperança para que em 2027 tenhamos a Nova República.
Fantasias e Utopias

