Já não é inocência, cegueira, estupidez, ignorância, é pura maldade e ausência de ética e moral, e uma tentação perene de alvitrar e desleixar a governação, ferindo a sua dignidade desvalorizando e deslustrando a sua representatividade.
Vam ao caso a forma como o aglomerado oposicionista e os seus agentes tóxicos, invariavelmente se referem à senhora Vice-Presidente da República, Esperança Maria Eduardo Francisco da Costa.
O cargo institucional é tido como complemento auxiliar do Senhor Presidente da República, logo é normalíssimo que seja de sua confiança e de quem espera fidelidade, o que infelizmente contraria a postura tradicional da UNITA, que é historicamente um covil de traições e infidelidades. A prova viva disso mesmo é a coesão governamental que contrasta com a total fragmentação do Galo Negro, onde sobressaem facções e subserviências que originam a sua total descredibilização.
O facto da senhora Vice-Presidente se deslocar ao aeroporto nas despedidas e chegadas do Senhor Presidente da República, faz parte do protocolo de Estado, e quando se desloca ao estrangeiro, deveriam estar no embarque e desembarque o presidente da Assembleia Nacional, isso não diminui ninguém, revela integridade da República e espírito patriótico.
A humildade e discrição de Esperança Costa, não pode ser tida com ineficácia nos seus afazeres, ela não é protagonista de propaganda nem necessita de desfilar de moto com colorido erótico pelas ruas e avenidas de Luanda, ela é superior a quem é idolatrada por transportar “trampa” na cabeça e se julga o supra sumo que acabou de descobrir a urbanidade civilizada.
Sejamos claros, basta ir visitar hoje nas redes sociais os comentários ao artigo do patrono da UNITA, o monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, que lambia as botas de Jonas Savimbi como um bicho amestrado, e que ontem mesmo aqui dei conta, e irão constatar que a cidadania entendeu como um exercícuio de demagogia vergonhosa, que o autor veio agora afirmar terem tido uma leitura descontextualizada. Que falta de vergonha, que banalização e mediocridade de quem pensa em altos cargos na República de Angola.
Não estamos em tempos de mudança, Angola mudou em 2017, a cidadania apoiou em 2022, e hoje tem um rumo, entrou na rota do futuro promissor, os cidadãos não querem voltar à corrupção desenfreada que aposta em Higino Carneiro, nem à selvajaria que destrutiva que é a matriz da UNITA, em 2027 vai apostar no futuro que João Manuel Gonçalves Lourenço, a seu tempo, definiu o perfil do protagonista capaz de assegurar a continuidade, hoje a democracia e a liberdade são dados adquiridos mas são conquistas de todos os dias, para isso é essencial manter o Estado de Direito e a Ordem Pública, não pode haver vacilos, e cabe a cada um de nós e a todos segurar as rédeas da Nova República
Desvalorizando

