Atropelam-se, o espaço é exíguo, cada um quer o protagonismo da servidão, entorpecem as mentes e deturpam as palavras, são os campeões do combate à autoestima da cidadania, são as lanças em movimento apontadas à dignidade do Estado.
São os eleitos da parceria da UNITA a tentar ser tida como sociedade civil, a missiva ao Senhor Presidente da República foi mais um taticismo torpe, gasto, que retrata a estratégia da vitimização forçada, que irá parir a dita Aliança Patriótica para a Alternância (não alternativa) do Poder.
Marcolino Moco, o proscrito do MPLA e ostracizado pela cidadania, deu o primeiro passo na sequência da visita do Sumo Pontífice Leão XIV a Angola. Seguiu-se o campeão das mordomias da servidão, Rafael Marques, presunçosamente dono da verdade e guardião da inquisição angolana, não quis ficar atrás e avançou com o seu veneno habitual que o alimenta de mordomias.
Hoje chegou a vez, tardia mas esperada, proclamando uma grande dor de corno, Raúl Diniz, veio à ribalta do lodaçal, indignado porque Sua Santidade o Papa Leão XIV, avisado e não vulnerável à maledicência oposicionista, como Chefe de Estado do Vaticano e Apóstolo da Igreja Católica Apostólica Romana, privilegiou João Manuel Gonçalves Lourenço, com razão, como interlocutor legítimo da Nação angolana. Contra factos não há mexericos nem ventos que propaguem a verborreia de quem esconde por trás das palavras o ódio, o desejo tenebroso do caos, de uma idiossincrasia que contagia visíveis dividendos que assentam no oportunismo de um grupo que sobrevive na arreliadora clandestinidade impune.
O Sumo Pontífice Leão XIV, não mente, não disfarça, tem o peso da legitimidade do maior rebanho humano transnacional do mundo, e na hora do adeus,à semelhança de quem vem a Angola constatar a realidade, agradeceu ao Governo, ao Estado, a forma como foi recebido, com festa, com segurança,viajou de Luanda a Saurino num voo da TAAG, e mundo inteiro ficou, com certeza, que Angola é uma terra de Paz, de Liberdade, e que está aberta ao mundo, razão pela qual consagrou o Santuário de Nossa Senhora da Muxima, como Altar Mariano do Mundo, aberto à peregrinação de devotos, e são muitos milhões.
Esta é também uma vertente do desenvolvimento de um País moderno, é mais um polo de oportunidades para a indústria do turismo, com pequenos, médios e grandes investimentos, até familiares e vocacionado para os cidadãos de Angola, assim saibam agarrar a oportunidade.
Virei aqui, oportunamente, referir-me ao papel da Banca no desenvolvimento, no apoio aos angolanos capazes de iniciar uma atividade, é necessário haver transparência no capital de risco, não podem ser apenas armazéns de dinheiro, muitas vezes contribuindo para transações menos claras, que ao longo do tempo contribuíram para desgraça da corrupção. É tempo de as conceções do Estado no mercado de capitais, desempenhe o papel que ainda persiste na sociedade que cabe ao Estado, porque a banca privada não tem cumprido o seu verdadeiro papel.
É neste cenário que João Lourenço, desde 2017, reforçado em 2022, tenta impulsionar o rumo que traçou para a Nação angolana do futuro, mas o tempo foi curto para corrigir a herança, e há acertos que só poderão concretizar-se por imperativos constitucionais, daí, mesmo com uma oposição despreparada e incompreensível, o MPLA ter a responsabilidade no seu próximo Congresso, de garantir a continuidade da obra iniciada, para isso é, também, exigida a participação dos cidadãos, 2027 está a bater à porta, e juntos temos de concretizar a Nova República.
O Desfile de Serpentes

