As serpentes só podem pensar em veneno, elas são veneno da cabeça ao rabo. Sem cérebro expele veneno em tudo que mexe, é tudo delas, são manhosas, traiçoeiras, atacam indiscriminadamente, até se devoram umas às outras.
Assim são os estafetas portadores do peçonha, malícia e perversidade, injetada por especuladores que criam dependência e conseguem promover intoxicação de grupo. Vêm maldade em tudo, são franco atiradores entrincheirados, e julgam os outros por aquilo que são.
Rafael Marques, o decano profeta da desgraça, que se alimenta de maledicência para perpetuar a vida à grande e à francesa, veio a público, pela enésima vez, afirmar que a generosidade e postura de abertura democrática de João Manuel Gonçalves Lourenço, não é mais que um presente envenenado. Esta gentalha alimenta a intriga porque vive dela, sem a mesma, ficam reduzidos a uma insignificância e sem espaço, porque terão de enclausurar-se no limbo da traição.
Os truques da UNITA, as omissões e fragmentações, as dissidências sonantes, são todas abençoadas, democráticas, só que do Muangai e da Jamba, permanecem os mesmos dinossauros e descendentes, nada muda para que tudo fique igual, só assim sobrevivem. O MPLA de Conacri, Argel, Brazzaville, de Agostinho Neto, de José Eduardo dos Santos, são um passado com o qual o atual Presidente da República, respeita mas se dissociou, a modernidade, as transformações e exigências, a consolidação do multipartidarismo, o enraizamento da democracia e liberdade, a cidadania sem fronteiras, a urbanidade, foram uma opção de mudança em 2017, que se consolidou em 2022, e que terá continuidade em 2027, face aos desafios do desenvolvimento e do futuro, num mundo em constante mudança.
É tempo de seriedade, é escabroso tentar tirar dividendos políticos da desgraça alheia que também é nossa, não se podem mais desvirtuar mensagens, o Sumo Pontífice Leão XIV, consagrou a Muxima como Altar Mariano do Mundo Católico, um orgulho para a Nação angolana, e mandou uma mensagem para o mundo, mas os maldosos, na descodificação torpe e ignominiosa, viram nela uma censura para Angola. É triste.
Nem sei se Rafael Marques é militante do MPLA, assume-se como profeta da verdade, tem palco pago a ouro em Portugal, auto intitula-se como influente e com peso na sociedade civil, dele num vi nem ouvi qualquer campanha em prol dos necessitados ou crianças do nosso País, e a razão é simples, a realidade quando desmente deixas os caluniosos aflitos.
Rafael Marques, Moco, Lukamba “Miau” Gato, são os arautos da manutenção da superficialidade da oposição, que como aqui repeti várias vezes, até vão acender uma vela a Nossa Senhora da Muxima, para que em Angola tudo continue na mesma, a inércia é a razão da existência, e em alcateia, sentem a Nação a fugir-lhes, há liberdade, há democracia, há desenvolvimento, há estabilidade, há credibilidade, há confiança, e os cidadãos sabem de que lado está a garantia de novos amanhãs, e serão eles a carregar com esperança, a insustentabilidade da leveza de uma Nova República.
Os Estafetas

