Sabemos que o funil amplifica o ruído mas o eco leva-o o vento, com a derrota de Viktor Orban da Hungria, com e simulação falhada de Sissoko Embalo da Guiné Bissau, as sobras começam a escassear, resta-lhe a associação Vladimir Putin/Isabel dos Santos e o narcotráfico de Andreas Pastrana, além do persistente garimpo clandestino.
A aflição é grande, a rejeição interna ameaça a vitória antecipada exorcizada desde 2022, e o apelo desesperado, mais uma vez, reflete-se no pedido em simultâneo com Venâncio Mondlane, para uma intervenção externa durante o processo eleitoral de 2027.
A teia malfeitora que se projeta no assalto ao Poder, assume contornos assentes numa atroz hipocrisia, do monarca Mbundo, reizinho Lukamba 1º (o lavrador) ao líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, é visível a associação presunçosa do Wambo, patente no ativismo de Marcolino Moco e nos repetidos elogios a Higino Carneiro.
Luanda vai receber Sua Santidade Papa Leão XIV, em Moçamedes e na capital atracam nos portos cruzeiros com milhares de pessoas, é um pico incomparável de turismo interno e externo, religioso e lazer, são empregos a multiplicarem-se num sector abrangente, hotelaria, restauração, artesanato, manifestações culturais, as bandeiras desfraldadas da estabilidade, liberdade. segurança e consolidação do Estado de Direito, patenteadas nas visitas da seleção de futebol da Argentina e do astro planetário Will Smith, deram uma visibilidade a Angola muito além do investimento estratégico tão contestado.
Ceder a governação às tentações das incursões oposicionistas, quer do Governo ou do MPLA, seria retroceder a um patamar que João Lourenço combate desde 2017 e levará o País até depois de 2027, a cidadania vai responder com a certeza de estarmos no caminho certo em busca do futuro, pese o muito que há para fazer.
Os apelos sucessivos à intervenção externa, são, também, a forma torpe e malfeitora de agredir as instituições nacionais, são um atestado de menoridade à cidadania, é essa inadaptação à realidade de quem a cegueira da ambição não alcança, que nos leva a ir buscar no mais fundo de cada um de nós, a vontade, crença e esperança, numa Nova República.
O Funil do Galo

