Para a matilha raivosa que se farta de dar dentadas na capital, persistindo na cegueira que gera posturas ridículas, que teimosamente marram contra a obra feita, recomendam-se binóculos de longo alcance, assim constatariam o que se está a construir no País. São obras fundamentais que irão garantir o desenvolvimento no futuro, viver utopias e vender ilusões, em nada alteram o rumo de um crescimento sustentável factual.
Hospitais, escolas, estradas, agricultura, pecuária, indústria transformadora, pescas, ferrovias, pontes, aeroportos, refinarias, todo um manancial de infraestruturas que o mundo reconhece, elogia, e que todos os índices credíveis internacionais dão conta nos seus relatórios que regem os investimentos.
O facto de estarmos a enfrentar um ruído amplificado, balofo, insano, não pode ser banalizado na sua apreciação, se é verdade que em nada afeta o Governo nem as convicções do Senhor Presidente da República, há uma vertente negativa, denigre a autoestima dos angolanos e por consequência a sua vontade de investir ou apostar na sua própria terra. Depois, como arautos da presunção de todas as verdades, vêm a público contestar o facto de não se darem oportunidades aos angolanos, quando são eles mesmos a incitar a descrença no seu próprio chão.
É triste olhar para uma oposição idiossincrática a querer cercear a esperança de um Povo tentando contagiar as suas próprias frustrações, é desolador a fragilidade das sua opções, slogans, discursos evasivos, culto de imagem e personalidade, mas enquanto João Manuel Gonçalves Lourenço, nas horas de trabalho inaugura obras em todo o País, e nas horas de lazer passeia de bicicleta livremente em Luanda, os maldizentes não saem de casa, e levam seguranças para ir ao supermercado. Irina Diniz, a modelo ridícula e sem vergonha, anda de moto, para de 100 em 100 metros, tira o capacete para ser vista, mas leva 4 seguranças que dizem ser comandos das FALA. É público, ninguém inventa nada.
Aconselho rapidamente, para que não insistam recuar no tempo, que leiam a obra antropológica e etnográfica de Óscar Ribas ou José Redinha, para que vejam como o homem no mundo e em África, desde tempos imemoriais sempre buscou o progresso, é bom, muito bom, é legítimo não perdermos as nossas raízes e sermos fiéis à nossa memória coletiva, mas está na natureza humana, o homem sonha e o mundo pula e avança, assim se descobriu o fogo, o ferro, a escrita, o barco, a eletricidade, o comboio, o automóvel, o avião, a penicilina, e foi à lua, querer regressar ao passado é uma utopia, seria uma aventura catastrófica, só pode ser uma minoria que se julgam reis e rainhas, enquanto a Nação, na sua esmagadora maioria, caminha determinada para uma Nova República.
Binóculos para Eles

