É um poço de ódio, um hino de maledicência, necessitando urgentemente terapia psiquiátrica, Graça Campos é um punhal espetado a Angola e a todas as suas instituições, um terrorista irrecuperável, que de longe, a partir de Lisboa, como avençado, vai metralhando a Nação angolana.
O desnorte atingiu uma dimensão até para os seus pares, a fobia da ferocidade é tal que bloqueia o raciocínio, confundindo o Papa Leão XIV, com Leão XV. Sua Santidade, prestes a visitar Angola onde vai encontrar uma Comunidade Católica em esmagadora maioria, e num Chão abençoado por Nossa Senhora da Múxima, padroeira de milhões de crentes em Angola. E na sua esquizofrenia, ao que parece incurável, pasme-se, afirmou: “Não sei o que o Papa Leão XIV vem fazer a Angola, virá apenas para RAPAR o dinheiro e ir embora”. Sem mais comentários.
Aliás, felicito o jornalista Teixeira Cândido, que de imediato reparou a asneira e salvou o impropério comprometedor para o seu programa na Essencial.
Também está em efervescência a oligarquia déspota familiar, o monarca Mbundo, reizinho Lukamba 1º (o lavrador), com o seu poderio financeiro e as milícias, está ao ataque na estrutura do Galo Negro, porque a família está a fragmentar-se. O não menos poderoso Abel Chivukuvuku, está a forçar dentro da estrutura da oligarquia déspota familiar, um projecto de Aliança mas sob a sua liderança, entre a UNITA e o PRA-JA, e ao que parece já está a colocar na capoeira o líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, ligeiramente na retaguarda. O silêncio de Samakuva e a ação discreta de Alcides Sakala, deixa os dois blocos da Jamba frente a frente.
Os pesos são idênticos, são dois marimbondos tutelados por José Eduardo dos Santos. Lukamba “Miau” Gato, ficou com o garimpo no Leste, com a frota dos Unimogs, geradores, maquinaria e mão de obra, tem a pedreira no Caxito que partilhou com a empresa Fortaleza, do Grupo falido Edifer, com vasta extensão agrícola, tem uma grande fazenda no município do Mungo, empresa de camionagem, mansão em Luanda (Vila Alice), mansão em Joanesburgo, apartamento nas Ilhas Maurícias, participação no Hotel Boa Estrela na cidade do Huambo, e a esposa tem negócios de salão de beleza e perfumaria em parceria com Ana Paula dos Santos. Ela, segunda esposa, Felicidade Paulo (Dadinha), já é vice-presidente da LIMA, membro da Comissão Política Permanente da UNITA, e a filha da primeira esposa, Lucy Lukamba, pertence à direção da JURA.
Abel Chivukuvuku, tem uma grande empresa de comércio e serviços, foi e é um fornecedor do Estado, tem negócios na HORECA em Portugal, onde tem residência luxuosa, e negócios nos Estados UNidos da América, onde também tem residência em Nova York e uma sumptuosa mansão em Las Vegas.
São os dois tubarões que emergiram da Jamba a par de Isaías Samakuva e Batista Tchindande, embora Lukamba “Miau” Gato tenha dos capatazes de peso, Marcial Dachala e Eugénio Manuvakola, juntamente com o já falecido, Blanche Gomes.
Até à realização do Congresso extraordinário do MPLA, a digladiação política fará o seu percurso acidentado, é uma intensa negociação de egos e narcisismos, sem que nunca emergirá uma ideia concreta de governação nem um modelo de sociedade com um rumo. Aliás vive-se no interior da UNITA uma eterna contradição de posturas e narrativas, o monarca Mbundo, reizinho Lukamba 1º (o lavrador), conhecido no reino de Ombaka como “Miau – o justiceiro), diz-se convictamente socialista, e é dono de um partido acoplado à extrema direita internacional. Na Internacional Socialista que integra as famílias socialista liberais e sociais democratas, está há décadas o MPLA.
Enquanto esta miscelânea de ingredientes fantasmagóricos e hilariantes fazem ruído poluidor, quem tem a responsabilidade de governar move-se pela Nação angolana, faz-se ouvir, é ouvido, e foi isso que o Senhor Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, fez num palco do mundo em Malabo, clamando pelo fim das guerras em África, no Médio Oriente e no Mundo. São os desígnios de uma indelével determinação de uma equipa por si liderada, que assegurará em 2027 uma continuidade reforçada com a esperança da cidadania, em liberdade e democracia, rumo à Nova República.

