É este silêncio rasgado rasgado por metáforas insidiosas, que no tempo até 2027, por medo ou vacuidade, que elevam a importância do MPLA. Todo o espectro da oposição política em Angola, e da sociedade civil por ela impulsionada, invariavelmente ao MPLA e são eles, nas aleivosidades permanentes, que ligam o Partido ao Estado, e por consequência a Angola porque foi este Partido e Estado que deram corpo à Nação angolana.
Relegando para plano secundário o somatório de candidatos que já deram como adquiridos do MPLA, hoje atrevo-me a ir um pouco mais longe numa reflexão só minha. Poderá até custar-me caro, fazer futurologia em jornalismo, mesmo opinativo, é um risco que pode ser tido como atrevimento. Assumo.
Face ao panorama desolador que gravita na oposição, que para além das tricas, futricas, intrigas e insinuações, ressalta um vazio que indica um bolha oca no que concerne a uma governação moderna, inclusiva, participativa, com programas de gestão do Estado, assente nas exigência económicas, sociais, educativas, saúde, infraestruturas, relações laterais e multilaterais, globais, nada disto sobressai no ruído com decibéis elevados e poluidores.
Poderá a oposição, mesmo em alianças ilusórias subserviente ao comando da UNITA, apresentar um quadro concorrente em experiência de liderança, conhecedores do Estado, prestígio entre pares, capacidade profissional, intelectual, integridade, reconhecidas dentro e fora de Angola do que aqui busco na minha mente?
Presidente do Partido: João Lourenço
Presidente da República: Fernando Garcia Miala
Vice Presidente da República: Ana Dias Lourenço
Ministro de Estado e da Presidência: Isaac dos Anjos com capacidade de dirigir o Conselho de Ministros.
Já sei que vai cair sobre mim a estátua do 1º de Maio, não me importa, deixos as metáforas insidiosas para o desfile alucinante de quem sonhava com o Dubai em Angola, visão de quintal, os hipopótamos de Angola invadiam o Dubai num ápice. O valorização da enxada e charruado Muangai, mais não é de que símbolo retrógrado da exploração colonial dos esforço dos angolanos, Rui MIngas bem cantou: “Fuba podre, peixe podre, pano (nanga) de 50 angolares, porrada se refilares”.
Vivemos um tempo que nunca retrocede, parar, hesitar, é ceder aos desafios constantes do futuro, começou ontem e já é passado, voltar 50 anos atrás, é uma heresia própria dos nefelibatas nubívagos, o céu ilumina-se esperança, respira liberdade, alimenta a democracia, e o desenvolvimento emerge com esforço e dignidade da cidadania, valores e princípios que virão à tona com a Nova República.
Tanto Ruído

