Os Calções do Luaty

ByKuma

21 de Março, 2026

A anarquia, afronta e tentativa de abandalhar as instituições, transformou para a minoria ruidosa boçal, sem noção de Estado, uma desprezível atitude cívica ruralista, de Luaty Beirão, num ato de heroísmo e coragem, observando-se um coro de endeusamento e aplausos, de autêntico nefelibatismo retrógrado numa cena de propaganda pífia e de um primarismo atroz.
Luaty Beirão, o anarquista, sabia ao que ia, partiu do pressuposto que iria ser barrado, ele não foi apenas entregar uma carta, ele levou câmaras e um pano para completar o quadro da propaganda, uma ida de um imbecil a uma instituição, imediatamente foi transformada numa campanha tão ridícula, que não vai parar por aqui.
Esta atitude grotesca, logo logo, vai com extravagância extravasar a teia subversiva, e em sintonia, vai chegar ao insulto ao Senhor Presidente da República, e à acusação de repressão do SINSE de Fernando Garcia Miala. 
Esta ação é demonstrativa da tendência que a oposição vai querer arrastar a campanha eleitoral, tem forçosamente de ser levada não para debater o País e as alternativas governativa, mas transformá-la em casos a casinhos de comportamentos baixos, porque é cada vez mais evidente que não têm um programa nem noção de Estado, e querem substituir a governação como se fossem questiúnculas partidárias.
Está em curso uma luta para saber quem lidera a oposição, há ciência que perspetiva acentuada descida da UNITA, e no Galo Negro. Há neste momento um exacerbar do culto de personalidade, o monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, está pela enésima vez, a repetir os galões da transição, publica diariamente capítulos de uma história que mistura ação, covardia e arrependimento, foi apanhado no lugar certo no momento da traição, controlou, sentenciou, mas faltou-lhe ousadia e capacidade de se chegar à frente e ser protagonista na Paz, e hoje vive o arrependimento. Ainda assim, com os instrumentos de poder da herança controla a oligarquia déspota familiar, a mesma que, para já, sustenta em partilha com o vice rei, Eugénio Manuvakola, a sustentação do líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge.
Mas a liderança da oposição é inatingível, Abel Chivukuvuku, naturalmente, jamais se submeterá a um brinquedo de corda da UNITA, o seu PRA-JA está, conjuntamente com o MPLA, a resgatar os descontentes do Galo Negro, e perante a eminente vitória do MPLA, mostra inteligência em manter aberta a porta ao diálogo. A UNITA prefere manter-se no parque infantil dos meninos de “calcinhas” de cabeça cheia de dólares saqueados e muita trampa, é normal que surjam apoios de Isabel dos Santos, Tchizé dos Santos, Luaty Beirão, Graça Campos, Nelson Gangsta, e outros proscritos e foragidos, e que tenham em Cabinda apoio dos terroristas.
O MPLA corre em pista diferenciada, é outro campeonato, é uma prova de responsabilidade, e comprometimento com a Nação angolana, é como até aqui, a garantia de liberdade e democracia, assente em estabilidade e desenvolvimento, e as mudanças para construir o caminho para futuro com esperança, que começou ontem, levar-nos-á aos amanhãs da Nova República.