No seguimento do persistente parque infantil do divertidíssimo monarca Mbundo, reizinho Lukamba !Miau” Gato, e dos seus avençados servidores batuqueiros ruidosos, com o maestro subserviente, bacharel tirano psicopata, ACJ “Betinho” de Quinjenge, cansado e atordoado na tarefa hercúlea da tal Ampla Frente Unita, sem aderentes, sobressai nos ensaios que ocupam o picadeiro com bancadas vazias nos últimos dias, uma pergunta que se impõe:
O que tem a UNITA a ver com o Congresso Extraordinário do MPLA? Se os nomes por eles cogitados têm todos defeitos e merecem a repulsa dos cidadãos, que medo provocam na capoeira do Galo Negro?
Deduz-se da cantoria das vitórias antecipadas, mais uma no horizonte, que quanto mais fraco for o candidato do MPLA, melhor seria para a UNITA, ou não é?
A realidade é que é muito cómoda a oposição, usufruir das benesses do Estado e correr por fora da responsabilidade de governar, mesmo as autarquias pintadas com as cores da salvação milagrosa, apagar-se-iam assim que fossem marcadas, seria como o calvário de ter de ir a eleições, sobretudo quando o acesso às mordomias suscitam uma redução drástica dos beneficiários.
Nos aposentos do reino, a dúvida está instalada, agora tentam promover para o MPLA um candidato dialogante, mas subserviente à UNITA, esta exigência é própria de quem derrotado espera por diálogo. Onde está o diálogo agora? Onde esteve nos últimos 9 anos?
João Manuel Gonçalves Lourenço, a tempo, definiu o rumo, o País está a crescer em todas as vertentes, é tempo de estabilidade, segurança, Ordem Pública, não há lugar a aventuras, o mundo exige caminho segura para o investimento e desenvolvimento, e Angola para responder a esta oportunidade ímpar, criada nos últimos 9 anos, tem nos seus cidadãos a esperança de assegurar o caminho para a Nova República.

