A UNITA está contaminada pelo contágio ancestral de um Nepotismo rigoroso e feroz, acotovelam-se familiares, padrinhos, afilhados, namoradas e amantes, fecham-se as portas à juventude com mérito, tornando o Galo Negro triste e cansado, mas sobretudo desacreditado.
O Nepotismo é, sem dúvida, uma prática prejudicial à gestão, quer do Estado, empresa ou partido político, todavia, reconhecer os sinais, entender os impactos negativos e implementar soluções eficazes são passos essenciais para promover uma cultura de mérito e respeito à competência. Profissionais qualificados tendem a buscar e permanecer onde sabem que terão oportunidades iguais de crescimento, a justiça e reconhecimento transparentes ganham uma reputação positiva, que pode atrair mais mérito com ganhos, eficiência e crescimento.
Na UNITA do monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, somam-se estratégias que provocam o declínio evidente do Galo Negro, o medo, a inquisição e o esclavagismo vão-se dissipando, mas existem barreiras que demarcam fronteiras, ou se ascende por laços de consanguinidade, ou ocupam-se lugares de subserviência, como é o caso do bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, que ao contrário do que se pensa, até parece absurdo, já faltou mais para mandar a UNITA semear cebolas no Caxito, dizer adeus pela janela do avião para Lisboa, tratar dos seus investimentos, seguir viagem para os Estados Unidos da América, onde o espera uma grande empresa da sua atual esposa para gerir, e que lhe confere direito a residênciaem terras do Tio Sam.
Para que assim não seja a UNITA teria de dar uma cambalhota, mas está demasiado enferrujada e incapaz de mudar até o pensamento, e o bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, está a jogar em doi tabuleiros, num sabe que é um carnaval permanente, noutro sabe que não está sozinho.
O País político está cada vez mais suspenso, a suspensão vai adensar-se até ao Congresso do MPLA, é a grande fronteira no tempo até 2027, até lá o nosso chão prospera, dos nossos jardins vão brotando coloridos das flores perfumadas de esperança, e nos amanhãs que vão cantando o sol fará brilhar a Nova República.

