Num artigo publicado nas últimas horas, o monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, assume-se como general, diplomata e ex-secretário geral da UNITA, num ensaio sobre democracia, e ultrapassou, na qualidade de monarca da oligarquia déspota familiar, o subserviente bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge.
É sabido que a idiossincrasia forçada é uma exigência palaciana no Galo Negro, e hoje ressalta o facto do monarca Mbundo, afirmar que em democracia as manifestações e mobilizações são um exlusivo da oposição.Claro que esta afirmação tem umarazão de ser, é que num governo da UNITA, talvez nem houvesse oposição, a democracia era condenada à fogueira, e o poder absoluto não necessitaria de permitiria manifestações a ninguém.
Estes políticos aventureiros e oportunistas são os lobos com pele de cordeirinhos da democracia, está no ADN, é uma tradição cultural da militância no Galo Negro, o que espanta é o facto de ainda haver quem caia neste conto trágico que apunhalou Angola nos anos da juventude do sonho e esperança de uma cidadania sã, que se viu sitiada na sua própria terra, essa é uam das armas do tribalismo, do separatismo, e que durante 500 anos foi imoplementado pela potência colonizadora.
A interpretação do subserviente bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, de que a Frente Patriótica Unida para Alternância (não alternativa) do Poder, ser de inspiração do nome da UNITA, é bom que para os mais desatentos saibam que a União Nacional, foi o partido única que suportou a ditadura de Salazar, funcionou de 1933 a 1974, e foi nesse tempo que originou a fundação da UNITA, sob o patrocínio da OPVDCA – Organização Provincial dos Voluntário da Defesa Civil de Angola, onde o Galo Negro recrutou as suas forças militares após o 25 de Abril de 1975.
Não são pormenores, são sinais que escapam de uma identidade camuflada, que move os kwatchas na contínua clandestinidade, e torna-se numa ameaça real crescente com a constatação de que as eleições de 2027, pelo voto dos cidadãos, o Poder é cada vez mais uma miragem. Daí a recusa numa Revisão Constitucional imediata ao que se soma, um pavor no crescente da esperança dos angolanos que sentem a mudança e a dinâmica de desenvolvimento que, com ou sem eles, caminham para a Nova República.

