Repete-se o cacarejar do Galo na capoeira a cair de pânico, como sempre festejam e interiorizam vitórias antecipadas, com o seu líder alucinado e subserviente, brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho de Quinjenge”, em busca de idiotas úteis para servirem de cobertura a uma dita Frente Patriótica Unida para Alternância (não alternativa) do Poder.
Sim, idiotas úteis e patetas, porque servem para cantar vitória antecipada, mas subjugados à UNITA decadente no boletim de voto. Qualquer coligação formal ou informal tem de obedecer a um critério inegociável, os primeiros dez elementos da lista têm de ser exclusivos da UNITA, com o ACJ “Betinho” à cabeça. Desta vez até o monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, vai ser candidato elegível, porque impõe em caso de vitória (KKKKKKKK), ser presidente da Assembleia Nacional.
Mas o mais hilariante são as sondagens que começam a multiplicar-se no cenário político, a loucura atingiu um desiderato que impõe terapia urgente. O MPLA já está derrotado, quando ainda nem sequer tem candidato. A dita Frente Patriótica Unida para a Alternância (não alternativa) do Poder, já ganhou quando ainda nem parceiros para a farsa, encontrou.
Como é ridículo esta pseudo-elite que se agrega numa oligarquía déspota familiar, tribalista, racista, xenófoba, com ligações altamente comprometedoras para a integridade e independência nacionais.
Enquanto desfila intensamente este carnaval, o capataz Kamalata Numa, contínua na sua missão de mobilização subversiva, proclamando o governo da UNITA em 2027, não importa o método para atingir esse objetivo.
São estas dualidades que descredibiliza o Galo Negro, é uma liderança que se dilui nas várias vozes que se contradizem, revelando uma usência de liderança, porque o títular subserviente vai equilibrando-se na corda bamba para tentar iludir o que não é nem nunca foi.
O mais importante é a estabilidade do Estado e da Ordem Pública, assegurada por uma governação indiferente a banalidades ruidosas, com instituições imunes à tentativa de descredibilização, não só está assegurada a matriz desenvolvimentista como os cidadãos têm garantida a dignidade da cidadania, e o caminho da esperança e crença dos novos amanhãs da Nova República.

