Pela sua natureza, pela obediência restrita ao Senhor Presidente da República enquanto órgão central do Estado, o SINSE não pode vir para a praça pública, e o seu líder, general Fernando Garcia Miala, ainda que sistematicamente provocado fustigado na sua dignidade pessoal, política e competência profissional, nacional e internacionalmente reconhecidas, tem mostrado resiliência e fidelidade ao País, não trazendo um serviço fundamental para a Segurança do Estado e para a Integridade Nacional, para a praça pública.
Unidos à oposição no medo e na covardia estão alguns dinossauros corruptos, uns que governaram o País, outros que se silenciaram na cumplicidade dos benefícios partilhados, o desnorte da UNITA é uma constatação tão evidente que nem unir o partido conseguem, e os novos-ricos que protagonizaram a maior fraude da história de Angola, estão aflitos com os dias que lhes restam porque nem herdeiros conseguiram, capazes de dar continuidade à gestão dos roubos do passado.
Mas de tantos candidatos possíveis no MPLA, porque será que tanto temem a liderança de João Manuel Gonçalves Lourenço no Partido, e porque tanto receio que a escolha para candidato à presidência da república, possa indicar Fernando Garcia Miala?
Primeiro porque é-lhe reconhecida competência, perfil, e conhecedor bastante para assegurar uma mudança na continuidade, fulcral para não interromper o desenvolvimento que se verifica em todo território nacional.
Os “Fait Divers” ruidosos, propagando ignorância e má fé, e leituras enviesadas da Constituição da República, não podem ser valorizadas, é a vertente da baixa política que o titular do SINSE não pode, por rigor profissional alimentar.
Segundo é prematuro trazer o assunto para a rua, a razão que lhe assiste poderia resvalar para o lodaçal nauseabundo, onde claramente o desejariam levar. Claro que é indisfarçável o pânico na UNITA, é transversal a todas as facções do colorido matizado do Galo, com incidência para a incumbente “iluminada” Mihaela Webba, com narrativas vagas e de uma superficialidade de aprendiz, corrigida por inúmeros constitucionalistas avessos à intriga.
Não conheço pessoalmente Fernando Garcia Miala, não tenho nos meus amigos pessoas chegadas a ele, mas em todos contactos dentro e fora de Angola, todos, todos eles reconhecem-lhe competência, liderança, discrição, idoneidade, e profundo conhecedor da realidade do País.
Sei que muitos embaixadores em Angola vêem nele um fator de estabilidade, de segurança, e de probidade pública, portador de valor e princípios determinantes nos tempos que se avizinham.Acresce, que por força do lugar que ocupa, é um cidadãos capaz, pelo seu conhecimento, capaz de regenerar a Administração do Estado, abrindo portas a jovens quadros, e instalando a meritocracia.
Aproxima-se um virar de página, não é tempo de aventuras, é hora de consolidar estratégias de desenvolvimento, de estabilidade para atrair investimento, segurança para garantir a mobilidade, vitais para alimentar a esperança e a crença na Nova República.

