Porque Será…???

ByKuma

18 de Fevereiro, 2026

Demência? Loucura? Nefelibatismo? Oportunismo? Aflição? Servidão? Subserviência?

São espantosas tantas contradições num curto espaço de tempo, poderá ser a necessidade de mostrar serviço sem estrutura política e intelectual, é estampa do retrato que define a falta de caráter do líder da UNITA, brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, Adalberto Costa Júnior, o “Betinho de Quinjenge.Uma semana depois do seu regresso a Luanda após a sessão fotográfica em Bruxelas, da sua ação de propaganda em Lisboa, onde não foi capaz de se demarcar dos golpistas terroristas da Guiné Bissau, interpelado que foi por Vítor Hugo Mendes, e quando ao pisar solo angolano exigiu que a União Europeia, a CPLP, as ONG’s da praxe, os seus ídolos João Soares, Ana Gomes e Sebastião Bogalho, fossem observadores para legitimar as eleições em 2027, de preferência com suporte da SIC Notícias, TVI, CNN Portugal, Lusa e Rádio Observador.

Nem no tempo colonial se pedia tanto.Mas o mais bizarro, para tentar dar um toque moralista, acompanhou o monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, na exaltação da Frente Patriótica Unida para a Alternância (não alternativa) do Poder, dando realce a um refrão gasto da propaganda de Jonas Savimbi, que diz o seguinte: “Os problemas de Angola só podem e devem ser resolvidos pelos angolanos”. Bem prega Frei Tomás…!!!É que o fundador subserviente ao poder colonial, repetiu muitas vezes o refrão quando estava dependente dos portugueses, dos sul africanos e dos americanos.

A história repete-se, temo até que que estejamos a dar demasiado espaço ao que é residual, mas para a juventude que nos lê, e é muita, é necessário denunciar estas similitudes temporais para comprovar que a UNITA nunca mudou nada, não gosta de eleições, sabe que nunca será alternativa, então insiste na alternância, ora agora vais tu, depois vou eu.

É lamentável para a democracia angolana que tanto custou a conquistar e preservar, e constatar que o maior partido da oposição, até ver, não consiga regenerar-se, higienizar-se e urbanizar-se, continuam sem rumo, sem um propósito, sem uma ideia que não seja a obsessão pelo Poder assente em fundamentalismos retrógrados e que só provocariam retrocessos bloqueadores do caminho inexorável para a Nova República.