O Galo Negro já nem disfarça nas contradições que se multiplicam com o oportunismo cada vez mais intenso.
O monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, verborreia diariamente um moralismo presunçoso de superioridade étnica, dando nomes Umbundos a locais onde reinou a Rainha Nzinga Mbane, que sendo Bantu, falava Kimbundo. As línguas étnicas nacionais, à exceção dos grupos khoisan (os mais antigos), com destaque para os Mumuila, Mucubais, Ovambos e Nhaneca-Humbi.
A serpente de sete cabeças que controla o SOVISMO, capoeira dos Galos que cacarejam, o Galo mais ruidoso, com mais decibéis, o brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, vem propor transições e, aflito, procura uma coligação fantoche. O mais ridículo é que dizem que a Frente Unida Patriótica para Alternância do Poder, nas sondagens aparece como vencedora em 2027, isto quando nem sequer se sabe quem a compõe.
Mas a pouca vergonha atingiu foros de uma clandestinidade terrorista, subversiva, inadmissível. Todos, todos mesmo, dirigentes da UNITA, os falsos e os verdadeiros, os terroristas digitais travestidos de ativistas, não pararam de disseminar, bombardear, nas redes digitais, de forma covarde, a ataque que o presidente fantoche do estado falhado da Guiné Bissau, fez às Democracias de Angola e Cabo Verde.
Estes palhaços com quem a UNITA se identifica pelo golpismo, estão isolados internacionalmente, sendo tidos como um território base do narcotráfico, também base do expansionismo do fundamentalismo islâmico em África, e serem cúmplices de um presidente golpista que teve a esposa presa em Lisboa, num voo privado que transportava milhões de dólares em notas, subtraídos do Erário Público, tudo com proteção do governo golpista, que já quer amnistira o presidente farsante.
De notar que sempre que há golpista, algum derrube de governo pela subversão militar ou civil, a UNITA aparece a desfraldar as bandeiras identitárias. Pode alguém, livre e defensor da democracia, negociar com um partido dirigido por esta gente, salvo raras excepções, que cada vez se vão afastando mais.
Há cada vez mais sinais que indicam o rumo que os cidadãos querem seguir, é normal que o País esteja agora focado no próximo Congresso do MPLA, João Manuel Gonçalves Lourenço, deu, desde 2017, reforçou em 2022, um caminho que começou a dar resultados palpáveis, devolveu confiança, impulsionou uma etapa de desenvolvimento económico e social, e com certeza, com a sua capacidade e resiliência saberá dar continuidade mesmo na mudança, porque com esperança na dignificação da cidadania, caminharemos para uma Nova República

