Os Taxistas Digitais

ByKuma

20 de Janeiro, 2026

É um exército de mercenários, uns mais que outros, mas todos obedecendo ao mesmo comando, entrincheirados nas admiráveis armas novas, de todos os calibres, todos eles e elas com formação na violência da maledicência.
João Manuel Gonçalves Lourenço, na qualidade de presidente do MPLA e legitimado livre e democraticamente pela vontade expressa dos cidadãos como o mais alto magistrado da Nação, tem sido como Presidente da República, alvo das mais espúrias e ignominiosas insinuações, difamações e insinuações.
Os magalas da legião já ultrapassaram, há muito, o consentimento razoável e tolerante do inadmissível, sabem que estão estão a ser desafiadores constantes da lei, e incorrem numa resposta firme e determinada do Estado de Direito democrático, e de todos os seus instrumentos de manutenção da Ordem Pública.
Até ontem já foram longe demais, dividem-se em opinadores, paineleiros, ressabiados, proscritos e terroristas, unidos pelo ódio e servidão asquerosos, são os escroques dependentes.
Carlos Alberto, José Gama, Marcolino Moco, Raul Dinis, Nelson Gangsta, Mihaela Webba, Isabel dos Santos, Tchizé dos Santos, Higino Carneiro, António Venâncio, Vítor Hugo Mendes, Rosado de Carvalho, Sérgio Raimundo, Maria Luísa Abrantes, Adriano Sapiñala, Nelito Ekuikui, Navita Ngolo, Graça Campos, Rafael Marques, David Boio, e a estrela da brigada agressora, o bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”.
A bandidagem começou por tentar evoluir para o derrube do Governo, perante a indiferença do Senhor Presidente da República, colidiram da Ordem Pública e esbarram no porte estadista de João Lourenço. Lançaram então, uma relação de nomes com a clara intenção de assassínio de carácter, ensaiaram desde Fernando Garcia Miala e Adão de Almeida, de Mara Quiosa a Ana Dias Lourenço, não conseguiram ultrapassar a barreira do silêncio e da da desvalorização desprezível de quem estabeleceu um rumo com proteção dos agitadores que fizeram disto profissão.
Agora, financiado pela Extrema Direita internacional, clandestina e conectada ao narcotráfico, o líder da UNITA, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, sem vergonha que o caracteriza, embalado pelas noites opíparas de luxúria e êxtase em Paris, tomado pelas alucinações cíclicas assentes no narcisismo doentio já diagnosticado, vem, pasme-se, ditar exigências de conduta que o MPLA deveria adoptar para satisfazer a vontade do Galo Negro de asas cortadas.
Por onde andaram estes vírus ambulantes trajados de gente, na ditadura feroz e corrupta de José Eduardo dos Santos? Teriam a liberdade e o espaço que hoje desfrutam em liberdade? Entre a coragem e a covardia temos uma fronteira muito ténue, quando foi preciso coragem silenciaram-me, quando é preciso participação apenas fazem ruído covarde.
Ainda tenho esperança que a justiça, as autoridades reguladoras, limitem este insuportável escárnio maldizente gratuíto, a continuar assim, na defesa da Ordem Pública democrática da ética, moral, decência e urbanidade, e salubridade da convivência na cidadania. Não falta muito, os cidadãos do nosso País estão paulatinamente a manifestar adesão às escolhas e prioridades da governação, a Nação une-se, o País desenvolve-se, a esperança renova-se, a crença impulsiona vontades, a descoberta que Angola tem mais para dar fora do Estado, micro, pequenas, médias e grandes empresas implantam-se, geram emprego, a terra é cada vez mais dos angolanos que nela trabalham, exala confiança em cada lugar remoto do território, o pânico dos profissionais da intriga assenta na rejeição das fantasias e aventureirismo, emerge do âmago de cada angolano de bem, trabalhador, pai de família, a vontade de virar a página, um tempo novo, uma Nova República.