O avanço da insinuação, subversão, terrorismo, para a tragédia planeada obedece a uma estratégia imediata para ter impacto antes da visita do Papa Leão XIV, para tal, houve luz verde em Paris com a disponibilidade de fundos especulativos e do narcotráfico, conseguido pelo líder da UNITA, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”. Há também a cobertura cúmplice de alguns participantes na recente reunião da CEAST, nomeadamente o seu mentor D. José Manuel Imbamba.
Vamos ter uma campanha de vitimização de figuras mediáticas, que sejam facilmente tidas como possíveis alvos de alguém conotado com o Governo. Não será tarefa fácil para as autoridades de segurança e de todas que tutelam a Ordem Pública, mas nas ações de vitimização os sacrificados têm de se manter vivos para participar no ruído como os mártires da campanha. Só que métodos ancestrais, podem e devem ser um aviso para os voluntários candidatos às indemnizações, conta a história do Galo Negro não suporta vítimas muito tempo, e o saldo é trágico, paga a família toda.
Uma vez interiorizada a percepção, cada vez mais real, que a UNITA não só não vencerá em 2027, mais ainda, é pensamento alargado na militância, cada vez mais fragmentada, que não repetirão os resultados de 2022. Politicamente o bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, na sua viagem a Paris, decepcionou os seus intérpretes, levado aos microfones da RFI – Radio France Internacional, repetiu o discurso gasto, falta de eleições autárquicas, e previsão de resultados adulterados em 2027. A secção de língua portuguesa da RFI foi sempre um “ninho” da UNITA, jornalistas como Rui Bacelar e Daniel Ribeiro, tinham apartamentos alugados e pagos pela UNITA na zona do Pigalle, em Paris. Além disso recebiam envelopes generosos de quando em vez. De estranhar, a secção de português da RFI é direccionada para os PALOPS, e só tem jornalistas portugueses, caso que merece uma acção da embaixada de Angola em França.
Angola e as autoridades de segurança, até os serviços de Inteligência, vão ser confrontados até 2027, com um jogo perigoso, a aflição bloqueia o bom senso, e o desespero associado à ânsia frenética pelo Poder, vai provocar uma postura perniciosa para a democracia ameaçando claramente a liberdade.
A meu ver, Angola vai ter de accionar a autoridade democrática em defesa do Estado de Direito, num esforço de alerta permanente para que não sejamos surpreendidos com fatalidades, só assim teremos uma via aberta, livre, para que os cidadãos que carregam o progresso, e as famílias vivam com esperança, e que todos os vindouros recebam como herança do nosso tempo, uma Nova República.
Tragicomédia Planeada

