Quantos mais fundos alimentam a servidão, mais serviço têm de mostrar contra a Nação, é este o desígnio de uma Oposição alienada à dependência dos “sacos azuis” da sobrevivência. “Quem cabritos vende, e cabras não tem, de algum lado vem”.
O pelotão digital está de prontidão permanente, custa caro, dentro e fora do País, e o papagaio-mor, líder da UNITA, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, já está careca de tanto repetir frases feitas, autarquias, mais autarquias, legitimidade eleitoral e presidencial, ye, ye ye, (é ou não é?), e sobre propostas estruturadas ou o país que quer e como fazer, nada de nada.
Mihaela Webba continua a embriagar-se constitucionalmente, o “bafo” já entonteia com tanta Constituição, todavia, ainda não conseguiu incutir aos seus pares, sobretudo ao cabeçudo Liberty Chiyaca, que o Galo Negro está cada vez mais minoritário no Parlamento, a UNITA já não tem 90 deputados na Assembleia Nacional.
Não há um único ato presidencial que mereça um aplauso da oposição, até dou de barato que não haja coincidência no plano internacional, Angola é hoje uma Nação livre, já não suporta mais dependências, daí a rejeição crescente evidente da UNITA pelos cidadãos, mas um Grupo Parlamentar, mesmo minoritário, alhear-se de eventos fundamentais como a inauguração da Fábrica de Alumínios na Barra do Dande, e da Linha de Montagem de automóveis na ZEE, geradoras de mais valias e de milhares de empregos qualificados para cidadãos angolanos, é de ignomínia política.
A postagem de fotos do líder da UNITA, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, ao lado de líderes da Extrema Direita internacional, racista e xenófoba, e de narcotraficantes acusados no mundo civilizado, dão uma conotação ao Galo Negro que colide com o falso moralismo apregoado, diariamente, pelo dono do Partido, Lukamba “Miau” Gato. Só num hino ruidoso à hipocrisia pode haver coexistência entre os dois poderes dos Kwatchas. Mas também já não espanta…!!!
Sem que haja uma revisão do espectro político partidário, vai persistir com cada vez mais clarividência, um País com dois sistemas, um livre e democrático, institucional e modernizador, e outro ruralista, monárquico, inadaptado à urbanidade, representado por uma minoria incapaz, que se silenciou enquanto se embebedou com o iluminismo servido gratuitamente pelo Erário Público, e se apagou em 2017, e tombou nas trevas em 2022.
Esperemos pela bóia de salvação que poderá emergir do próximo Congresso do MPLA, dele pode sair a semente da esperança que galvanize a mobilização das gentes que vivem na ansiedade de um tempo novo, com ventos exalam fragrâncias da crença nos amanhãs sorridentes, e que em coro de cantorias gritem bem alto a Nova República
O Desnorte dos Alienados

