Jornalistas que se julgam juristas: a fraude

ByAnselmo Agostinho

16 de Janeiro, 2026

Carlos Alberto e Rafael Marques são jornalistas (ou eram). Agora tornaram-se falsos juristas, escrevendo longo textos com análises legais sobre temas sempre destinados a denegrir as instituições angolanas.

Um, Carlos Alberto, dedica-se ao General Miala desdobrando-se em pseudo-análises jurídicas que não têm uma ponta de verdade e ciência, são vómitos opinativos descabelados.

O outro, Rafael Marques, assume-se como agente pró-russo, arvorando-se em defensor oficial dos russos no processo de terrorismo e espionagem que corre contra eles.

Os dois são iguais. Pensam que sabem tudo e escrevem sem vergonha e sem fundamento.

Do ponto de vista subjectivo, nem um, nem outro têm qualquer formação jurídica, não cursaram Direito, não estudaram Leis. Se o o Direito fosse assim tão simples, bastaria saber falar e não era preciso um curso de cinco anos…Mas para eles não. Sabem tudo, não sabendo nada.

Do ponto de vista objectivo, têm apenas um fim, atacar a estrutura do Estado. Nada mais, mas os seus textos estão errados legalmente, não conhecem a lei e sobretudo não a sabem interpretar.

O que neste momento assistimos é a uma fraude. Uma fraude ao leitor, ao povo, que julga estar perante especialistas em Leis e afinal tem opinadores que não sabem e não querem saber Direito.

Todos têm direito à livre opinião, mas ninguém tem direito a fazer-se passar pelo que não é.