A Normalização do Inadmissível

ByKuma

29 de Dezembro, 2025

Por inépcia crónica do Ministério Público consequente das cumplicidades e incompetência comprovada do PGR, Hélder Pita Grós, banalizaram-se no nosso País as tais percepções, bolhas políticas e teias terroristas maximizam as redes sociais digitais nos seus intentos, e nem o Parlamento e muito menos a Justiça, agem contra os prevaricadores.
A intriga e o insulto há muito deixou de ser apenas político, entraram no âmbito pessoal tentando aniquilar a honorabilidade do cidadão. É massacrante a confusão propositada para atingir o cidadão em todas as suas dimensões, João Manuel Gonçalves Lourenço, o Senhor Presidente da República, e o presidente do MPLA. Há similitude com Fernando Garcia Miala, o General com serviços prestados à Nação, e o líder do SINSE, no seu recato, no cumprimento de uma função de Estado.
Não são preocupantes as vozes da maledicência dos foragidos proscritos sem retorno, como Nelson Gangsta, Raúl Dinis, ou Marcolino Moco, são mensagens residuais com teores pré-concebidos e repetitivos, eivados de raiva incurável, o que requer vigilância são os centros mandantes localizados, impunes, que persistem em agir clandestinamente denegrindo Angola, sobretudo no Exterior, pensando criar pressão sobre o nosso País, pendurados numa subsidio dependência selvagem e comprometedora, que a esmagadora maioria dos cidadãos já detectou.
A meu ver, assente em auscultação direta “in loco”, já não está em jogo a vitória do MPLA em 2027, João Lourenço delineou no Kilamba o futuro a seu tempo, mas este ruído torna-se assassino das aspirações da cidadania, cria uma névoa obstaculizadora do desenvolvimento, suavizada pelo prestígio do Senhor Presidente da República granjeado nas suas repetidas viagens e na sua postura face à construção de uma Nova Ordem Mundial, e que tantas vezes tem sido criticado pelos arautos do passado, e por uma liderança da Oposição caduca, sem rumo, cavalgando cegamente a ânsia frenética do Poder. 
Hipocritamente o líder da UNITA, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, vem agora falar na necessidade de um Pacto, mas só depois de 2027, partindo do pressuposto que vencerá as eleições, é o Galo Negro a caminhar para a frustração de mais uma vitória antecipada.
O Cinquentenário, depois dos festejos, abriu caminho ao cumprimento do destino, não há alternativa sem que haja uma Revisão Constitucional, a modernização e a refundação do Estado impõem uma clara separação de Poderes, ela só será clarificada com a eleição direta do Presidente da República, este é o grande desafio da Nova República.