No momento em que a candidatura de João Manuel Gonçalves Lourenço, à liderança do MPLA no próximo Congresso de Dezembro, foi formalizada com pujança representativa, democrática e transparente, e quando são cada vez mais importantes os sinais do seu prestígio e credibilidade junto das bases e no País em geral, revelou-se uma inequívoca dinâmica que torna previsível a sua continuidade. Não é por acaso que , neste momento decisivo para a Nação angolana, emerge a sua estatura e consolidação de estadista, e as bases demonstram a sua confiança no rumo traçado para o futuro.
Esta realidade que carrega o País no seu labor diário, que muitos tentam anestesiar e desvirtuar, guarda consigo silenciosamente a razão de uma verdade sentida que se revela em momentos de decisão, as redes sociais digitais que tanto servem para a maledicência tentar asfixiar e desencaminhar a vontade coletiva, é a mesma que faz chegar a verdade mais depressa aos cidadãos, e hoje há uma percepção do que é e como está Angola, e como está instável e insegura grande parte de África e do mundo.
E num tempo em que não estamos sozinhos convém analisar quem é quem e com quem é previsível o futuro. O Senhor Presidente da República, com mestria diplomática e firmeza patriótica, colocou Angola como parceira global, a equidistância política e económica sem nunca abdicar do que somos e do que queremos, é um parceiro desejado por todos os atores da Nova Ordem Mundial, isto confere dignidade, independência e grandeza.
É aqui que residem diferenças que alicerçam o presente com visão de futuro, um Governo que vem consolidando as bases do seu desenvolvimento gradual e seguro, apto a ser capaz de protagonizar as mudanças que inevitavelmente os novos amanhãs irão impor, coisas simples mas que serão fulcrais para os desafios que estão a chegar.
O MPLA , UNITA e a FNLA, irão atingir a sua caducidade política, serão recordados na sua vertente histórica onde também encontrar-se-ão diferenças, passarão ser ensinados das escolas às universidades, haverá um museu que irá perpetuar a trajetória de cada um.
O MPLA tem assegurada a sua próxima etapa, será um Partido social democrata ou socialista, é membro da prestigiada Internacional Socialista, poderia hoje mesmo chamar-se MPLA/PSD ou MPLA/PS, será uma transição que no futuro também será importante.
Ao contrário, a UNITA está hoje próxima do totalitarismo de Putin, do CHEGA em Portugal e do extremismo sul-africano. O PRA-JA é mais um apêndice da CIA, e os sinais são factualmente evidentes. O monarca Mbundo do reino tribal do Galo Negro, Lukamba “Miau” Gato,tem casa e faz de sua segunda e assídua residencia em Joanesburgo na África do Sul. Abel Epalanga Chivukuvuku, foi sempre ligado à ala radical da CIA, intervencionista, e tem casa em Las Vegas, nos Estados Unidos da América. O líder subserviente da UNITA, o bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior, foi sempre um cipaio dos saudosistas coloniais portugueses, e capataz da ala reacionária do Vaticano, a tal onde há continuous como frei Hangalo.
Além disso, não são conhecidas quaisquer atividades profissionais além dos postos militares decorativos, militares sem armas. Cursos inacabados, diplomas e títulos forjados, empresas falidas, dependentes de reformas oportunistas sugadas ao Erário Público, vivem faustosamente à custa do Estado, e não têm no currículo nada que abone capacidade para governar uma província, quanto mais um país.
Parecem coisas de somenos, mas serão cruciais no futuro, ser-lhes-á exigida uma identidade, terão de se afirmar programática e filosoficamente, mas ontem já era tarde demais, o governo não pode ser um centro de estágios para quem ainda não deu provas de nada, além de uma postura subversiva e arruaceira perenemente desafiadora da Ordem Pública e desrespeitosas para com todas as instituições do Estado.
São estes também os desafios que a exigência da cidadania, em liberdade e democracia, irão exigir como normalidade democrática na previsibilidade de uma Nova República.
No momento em que a candidatura de João Manuel Gonçalves Lourenço, à liderança do MPLA no próximo Congresso de Dezembro, foi formalizada com pujança representativa, democrática e transparente, e quando são cada vez mais importantes os sinais do seu prestígio e credibilidade junto das bases e no País em geral, revelou-se uma inequívoca dinâmica que torna previsível a sua continuidade. Não é por acaso que , neste momento decisivo para a Nação angolana, emerge a sua estatura e consolidação de estadista, e as bases demonstram a sua confiança no rumo traçado para o futuro.
Esta realidade que carrega o País no seu labor diário, que muitos tentam anestesiar e desvirtuar, guarda consigo silenciosamente a razão de uma verdade sentida que se revela em momentos de decisão, as redes sociais digitais que tanto servem para a maledicência tentar asfixiar e desencaminhar a vontade coletiva, é a mesma que faz chegar a verdade mais depressa aos cidadãos, e hoje há uma percepção do que é e como está Angola, e como está instável e insegura grande parte de África e do mundo.
E num tempo em que não estamos sozinhos convém analisar quem é quem e com quem é previsível o futuro. O Senhor Presidente da República, com mestria diplomática e firmeza patriótica, colocou Angola como parceira global, a equidistância política e económica sem nunca abdicar do que somos e do que queremos, é um parceiro desejado por todos os atores da Nova Ordem Mundial, isto confere dignidade, independência e grandeza.
É aqui que residem diferenças que alicerçam o presente com visão de futuro, um Governo que vem consolidando as bases do seu desenvolvimento gradual e seguro, apto a ser capaz de protagonizar as mudanças que inevitavelmente os novos amanhãs irão impor, coisas simples mas que serão fulcrais para os desafios que estão a chegar.
O MPLA , UNITA e a FNLA, irão atingir a sua caducidade política, serão recordados na sua vertente histórica onde também encontrar-se-ão diferenças, passarão ser ensinados das escolas às universidades, haverá um museu que irá perpetuar a trajetória de cada um.
O MPLA tem assegurada a sua próxima etapa, será um Partido social democrata ou socialista, é membro da prestigiada Internacional Socialista, poderia hoje mesmo chamar-se MPLA/PSD ou MPLA/PS, será uma transição que no futuro também será importante.
Ao contrário, a UNITA está hoje próxima do totalitarismo de Putin, do CHEGA em Portugal e do extremismo sul-africano. O PRA-JA é mais um apêndice da CIA, e os sinais são factualmente evidentes. O monarca Mbundo do reino tribal do Galo Negro, Lukamba “Miau” Gato,tem casa e faz de sua segunda e assídua residencia em Joanesburgo na África do Sul. Abel Epalanga Chivukuvuku, foi sempre ligado à ala radical da CIA, intervencionista, e tem casa em Las Vegas, nos Estados Unidos da América. O líder subserviente da UNITA, o bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior, foi sempre um cipaio dos saudosistas coloniais portugueses, e capataz da ala reacionária do Vaticano, a tal onde há continuous como frei Hangalo.
Além disso, não são conhecidas quaisquer atividades profissionais além dos postos militares decorativos, militares sem armas. Cursos inacabados, diplomas e títulos forjados, empresas falidas, dependentes de reformas oportunistas sugadas ao Erário Público, vivem faustosamente à custa do Estado, e não têm no currículo nada que abone capacidade para governar uma província, quanto mais um país.
Parecem coisas de somenos, mas serão cruciais no futuro, ser-lhes-á exigida uma identidade, terão de se afirmar programática e filosoficamente, mas ontem já era tarde demais, o governo não pode ser um centro de estágios para quem ainda não deu provas de nada, além de uma postura subversiva e arruaceira perenemente desafiadora da Ordem Pública e desrespeitosas para com todas as instituições do Estado.
São estes também os desafios que a exigência da cidadania, em liberdade e democracia, irão exigir como normalidade democrática na previsibilidade de uma Nova República.

