Afinal o Que Querem???

ByKuma

7 de Junho, 2026

Querem cumprir um percurso democrático normalizado com eleições partidárias e nacionais livres, ou querem uma insurreição, anarquia ou revolução? 
Temos instalada em Luanda, com fertilizantes externos vergonhosos, uma teia idiossincrática geracional, tecida de aflição, insanidade, vacuidade e taticismos que geram e vão gerando viva repulsa nas militâncias e na cidadania.
Há sucessão de vedetas no desfile folclórico hilariante, o líder subserviente deprimido, bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior, foi relegado na ginga e fantasia por Irina Diniz, e esta foi jogada para a escuridão da passarela porque as luzes foram priorizadas para o momento da conveniência de grupo liderado por Higino Lopes Carneiro. 
É desolador o ruído que ecoa do vazio político de todas as oposições, abafado pelo silêncio determinado e institucional de João Manuel Gonçalves Lourenço, enquanto líder do MPLA e candidato à liderança, e como Chefe de Estado, vincando uma diferença de substância sem equívocos que criam nervosismo pela percepção da determinação sem hesitações de apoio da cidadania.
Nem a UNITA nem Higino Carneiro querem votos, o Galo Negro pondera não marcar presença nas eleições de 2027, o homem de Calulo, dono do Recreativo do Libolo, tem uma missão cada vez mais clara, tentar obstruir a candidatura de João Lourenço à liderança do MPLA.
Mas o tempo tudo dissipa, basta dar tempo a João Lourenço, e o tempo dar-lhe-á razão, e eles sabem disso, vão-no revelando com a proximidade da exigência de cumprimento de regras estatutárias e constitucionais, e os “matumbos” vêm-se a um passo do abismo.
Movido pelo ódio e reduzido à sua insignificância, Graça Campos e os seus capangas essenciais, banalizados no escárnio e maldizer, já se apoiam em bengalas de Portugal, incentivando insurreições a partir do conforto do ar condicionado de Lisboa, de gentalha instalada com os filhos em bons colégios e universidade pagas com os fundos saqueados do Erário, e que impulsionam um regresso ao passado que combata a probidade que emergiu como opção inevitável em 2017, reforçada em 2022, e garantida na continuidade em 2027, como alicerce da consolidação da democracia, garantia da liberdade, transparência, e renovadora da esperança que se vai erguendo com a Nova República.