Mudos e Entalados

ByKuma

14 de Março, 2026

As células pensantes vagueiam aflitas na sua vacuidade, tentam reagir mas sem argumentos nem os sábios encontram matéria para atingir as autoridades de Segurança do Estado, Publica, e a ação Judicial, nos casos aqui trazidos pelo nosso director, que sei de fontes seguras, têm na Tribuna de Angola um farol à frente da verdade pela coerência que rege o seu posicionamento, o rigor jornalístico e afirmação patriótica.
Os casos apontados, factuais, aqui referidos com minúcia, levam-nos a repetições metodológicas noutras paragens, com a agravante de aos ímpetos russos se juntarem cúmplices intermediários estrangeiros e nacionais, que obrigam a uma triagem criteriosa do próprio investimento estrangeiros, em defesa dos interesses de Angola e dos angolanos e da integridade nacional.
Não quer com isso, que a análise política, diferenciada da económica e de segurança, leve, como parece ser a leveza analítica do centro da oposição e seus sequazes.

Não podemos confundir a Rússia com Vladimir Putin, como não podemos confundir os Estados Unidos da América com Donald Trump, houve muito antes deles e haverá muito mais para além dos mesmos, mas o facto que termos um mundo cada vez mais musculado com variáveis incertas e surpresas que se sucedem, é uma mais valia a política de equidistância encetada a tempo pelo Senhor Presidente da República, e é fundamental prosseguir a dinâmica da busca incessante da auto-suficiência, já atingida na produção de energia, motor fundamental do desenvolvimento.
No seguimento do País global, tivemos a confirmação do Congresso Ordinário do MPLA marcado para 9 e 10 de Dezembro, que contempla a eleição do Presidente do Partido. 3.000 mil almas insondáveis e inatingíveis na sua liberdade irão dar o seu veredicto, é um exercício de democracia abrangente a todo o território nacional, é a expressão de uma unidade na diversidade que abraça o sentimento patriótico de uma reserva de fidelidade à Nação que abraça a angolanidade desde 1961, um pioneirismo com 65 anos, uma idade justa e legítima que sob a liderança experiente de João Manuel Gonçalves Lourenço, irá saber renovar-se e conduzir-nos com brio, galhardia e esperança, à alvorada da Nova República.