As células pensantes vagueiam aflitas na sua vacuidade, tentam reagir mas sem argumentos nem os sábios encontram matéria para atingir as autoridades de Segurança do Estado, Publica, e a ação Judicial, nos casos aqui trazidos pelo nosso director, que sei de fontes seguras, têm na Tribuna de Angola um farol à frente da verdade pela coerência que rege o seu posicionamento, o rigor jornalístico e afirmação patriótica.
Os casos apontados, factuais, aqui referidos com minúcia, levam-nos a repetições metodológicas noutras paragens, com a agravante de aos ímpetos russos se juntarem cúmplices intermediários estrangeiros e nacionais, que obrigam a uma triagem criteriosa do próprio investimento estrangeiros, em defesa dos interesses de Angola e dos angolanos e da integridade nacional.
Não quer com isso, que a análise política, diferenciada da económica e de segurança, leve, como parece ser a leveza analítica do centro da oposição e seus sequazes.
Não podemos confundir a Rússia com Vladimir Putin, como não podemos confundir os Estados Unidos da América com Donald Trump, houve muito antes deles e haverá muito mais para além dos mesmos, mas o facto que termos um mundo cada vez mais musculado com variáveis incertas e surpresas que se sucedem, é uma mais valia a política de equidistância encetada a tempo pelo Senhor Presidente da República, e é fundamental prosseguir a dinâmica da busca incessante da auto-suficiência, já atingida na produção de energia, motor fundamental do desenvolvimento.
No seguimento do País global, tivemos a confirmação do Congresso Ordinário do MPLA marcado para 9 e 10 de Dezembro, que contempla a eleição do Presidente do Partido. 3.000 mil almas insondáveis e inatingíveis na sua liberdade irão dar o seu veredicto, é um exercício de democracia abrangente a todo o território nacional, é a expressão de uma unidade na diversidade que abraça o sentimento patriótico de uma reserva de fidelidade à Nação que abraça a angolanidade desde 1961, um pioneirismo com 65 anos, uma idade justa e legítima que sob a liderança experiente de João Manuel Gonçalves Lourenço, irá saber renovar-se e conduzir-nos com brio, galhardia e esperança, à alvorada da Nova República.

