Hoje começo com uma pergunta: O ex-tudo Marcolino “Ressabiado e Proscrito” Moco, ainda é militante do MPLA?
A política séria e honesta em democracia, assume-se para dar corpo à dignidade e aceitação pessoal, para o efeito existem mecanismos partidários internos que exigem frontalidade, e nada impede de Marcolino Moco, medir a força das suas ideias e propostas aos militantes, candidatando-se em vez de andar no lodaçal onde desaguam os esgotos da maledicência, da intriga e das insinuações que revelam uma falta de carácter e personalidade.
Marcolino Moco, foi relegado ao ostracismo por José Eduardo dos Santos, é tido e sabido que é um infiltrado no MPLA, e goza atualmente de uma liberdade que Angola lhe confere para dizer mal de quem quer, como o ataque covarde e ignóbil feito a Fernando Garcia Miala, usando essa mesma liberdade que ele enquanto primeiro ministro nunca permitiu aos angolanos. Marcolino Moco é um mercenário pseudointelectual que surge a espaços, com uma linguagem esfarrapada, sem uma única proposta, sinais evidentes de uma mente cansada e apodrecida, que revela um homem derrotado pela incapacidade de ser um personagem de vulto, e constrangido por ficar na história como um falhado.
O ódio de vocifera contra o Senhor Presidente da República, e agora contra Fernando Miala, é o maior frete que um subserviente alienado está obrigado para não cair na indigência. E trás à tona a sua veia covarde, ataca quem pela sua responsabilidade e estatura de Estado, ele mesmo sabe que não lhe vão responder. Seria descer demasiado baixo.
Quanto ao jornalista Teixeira Cândido, está mais que evidente que foi uma intriga e um complot bem urdido pela mercenária Paula Roque e a sua bengala da limpeza da Amnistia Internacional, que mobilizou todo o enxame do escárnio e mal dizer, que em uníssono aproveitou para atacar o SINSE, desde que Fernando Miala, foi por eles mesmos lançado como putativo candidato presidencial. É esta teia de intriga dos agitadores como Graça Campos, e dos terroristas como Nelson Gangsta, os heróis do ar condicionado e dos faustos repastos, que apoiados pela UNITA do líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, compartilha e que os cidadãos vão rejeitando pela evidentes incoerências e banalização das coisas sérias.
A esperança de Angola, dos angolanos, face aos desafios que assolam o mundo, está na segurança que João Manuel Gonçalves Lourenço, com a sua lucidez e abnegação tem assegurado, e que só pode ter seguimento, assim se espera, no que o MPLA decidir no seu Congresso, que garanta uma continuidade responsável e com um rumo para o novos amanhãs.
É com esta esperança que seremos capazes de silenciar a maledicência, são poucos, é mais o ruído, serão os inadaptados à urbanidade e modernidade que irá despontar na Nova República.

