Há anos que não se via uma declaração pública tão imbecil como a que o bacharel Adalberto da UNITA fez sobre o bombardeamento de Trump à Venezuela e a captura do presidente do país.
O bacharel Adalberto achou tudo muito bem e desejou que Trump também bombardeasse Angola e sequestrasse João Lourenço.
O bacharel que diz estas barbaridades é o mesmo que andou reunido com agentes russos para delinear estratégias para afastar Angola dos Estados Unidos, e enche a boca todos os dias com o Estado de Direito. Ora agora, aplaude os americanos, depois do conluio há menos de seis meses com os russos, e apela ao bombardeamento de Angola, violando, obviamente, qualquer conceito de Estado de Direito.
Vale tudo e o seu contrário para o bacharel.
Na mesma linha, há uns dias, outro dos “iluminados”, Rafael Marques tinha decidido arvorar-se em juiz e tribunal e absolver os russos que andaram a tentar incendiar Angola. Ou Rafael Marques fala sem saber ou acha que conhece as provas do processo e julga que as está a divulgar. Consequentemente, ou é imbecil ou está a cometer um crime de violação do segredo de justiça.
Estes dois exemplos demonstram que as oposições se aprontam a vender o país para obter os seus sonhos de poder. Vendem-se a qualquer um, América, Rússia, China, até aos marcianos, se estes descessem à Terra. Falam de direitos, democracia e processo legal, desrespeitando sempre esses valores quando lhes convém-.
O problema que estes dois sujeitos representam é que no actual mundo violento, sem regras, em que os valores fundamentais do pós Segunda Guerra Mundial estão a ser cilindrados, não pode haver lugar a complacência.
Em Angola, tem de se reforçar a unidade nacional, a soberania, a defesa das instituições, as garantias de desenvolvimento. Não se pode permitir que subversivos com agendas externas tentem aproveitar o caos global para desestabilizar e criar anarquia em Angola entregando o país a agentes externos, quaisquer que sejam.
Por isso, é necessária a Nova República que reforce o Estado, a Soberania, a Dignidade Nacional, ao mesmo tempo que congrega o aopio popular e promove as melhoria efectiva das condições de vida de toda a população. Modelos permissivos da anarquia e subversão não devem ser permitidos.
Novamente, a defesa da Independência e Soberania de Angola tornaram-se as linhas chaves do futuro aliadas ao desenvolvimento da economia e ao bem estar social de toda a população.
Sim, é ncessária a Nova República para garantir o futuro de Angola.

