Mesmo com quedas abruptas nas audiências que provocam pânico, os avençados vão-se aplaudindo uns aos outros simulando ruído de multidões.

Pior do que o valor residual político é a indigência intelectual, são impulsos do desespero, luzes efémeras que ludibriam o abismo negro do seu destino.

Espalham-se em determinadas capitais mensageiros da UNITA/ACJ, levam intriga em troca de apoios para uma causa perdida por opção soberana de um Povo livre e independente.

A intriga assenta na ignominiosa infâmia de criminosos avençados, como Sebastião Bogalho, Marcolino Moco, que se vão repetindo publicamente uns aos outros.

ACJ e as suas derivação lunáticas, urge de repouso terapêutico, na sua irreversível perdição debita tribunais internacionais como se fosse um cardápio de restaurante à vontade do freguês, o alheamento é tanto que nem se dá conta que o mundo está ocupado com uma crise internacional, que o que mais deseja é Angola ser governada por um Presidente que garante Paz, estabilidade e desenvolvimento, e não por um aventureiro cada vez mais revelador de insana insensatez.

Sou um institucionalista, penso que esta subversão permanente da UNITA/FPU e de ACJ/Chivukuvuku, persiste por benevolência e inoperacionalidade da PGR e do Ministério Público, há matéria mais do que suficiente que extravasou o balizado das Leis, este laxismo pode ser tido como cumplicidade comprometedora da Autoridade do Estado.

Também penso que a intromissão clara e inequívoca, pública e descarada, sem contraditório, da agressão de órgãos de comunicação social portugueses, já deveria ter merecido um reparo dos responsáveis diplomáticos angolanos, já vi fazer-se muito mais por muito menos.

Ainda que os senhores deputados eleitos tenham direito inequívoco aos seus assentos parlamentares plasmados pelas mesmas eleições que deram Maioria Absoluta ao Presidente da República, a UNITA/FPU e o cidadão ACJ têm tido um comportamento desafiador da Ordem Pública, que não pode estar imune, é inadmissível.