A indecência intelectual manifesta-se por simpatia, ultrapassa fronteiras, vira comédia, é um desfile carnavalesco da promiscuidade, é o auge da esquizofrenia digna de uma loucura brava.

Na UNITA/FPU já nada se esconde, perdeu-se de vez a vergonha, é um prostíbulo político, é o desespero que queima como brasas,é a tempestade descontrolada dos ventos semeados.

ACJ “Bétinho” é o engenheiro falso.

Abel “Totozinho” Chivukuvuku” é o garanhão das Matildes de Paris no Hotel Royal Monceu, pagas com envelopes de dólares.

Mas o troféu do dia vai para Marcolino “Ressabiado” Moco. Rejeitado e ignorado, tentou valorizar o seu apoio a ACJ/FPU, enaltecendo o que o MPLA fez dele, governador, primeiro-ministro, secretário geral a CPLP, para fazer de lambe cu na hora da reforma, já que se tornou num inútil sem obra alguma vez realizada.

Moco é o protótipo do traidor invertebrado, incorrigível, andou a mendigar em Lisboa, almoçou na sede do CDS, jantou na sede do PS, colou-se ao PSD, e na sua desventura foi ignorado por todos, até que apareceu a capoeira do SOVISMO onde cabe o lixo residual da política.

É vergonhoso invocar os lugares institucionais que desempenhou, para trair o Partido que lhe deu vida e correr atrás, como mendigo, do sonho e da ilusão. Não à toa, foi desqualificado.

Mas o folclore ainda não acabou, o desfile que começou em Paulo Morais vai ter outros protagonistas, foram muitos a investir, são tantos como os que estão na fila do saque e da corrupção.

A Tchizé “Lágrimas de Crocodilo” dos Santos, depois da herança sacada dos angolanos, anda nas melhores lojas do mundo a comprar a última moda que exibe nas noites escaldantes do Mediterrâneo, pela manhã com a ressaca fala dos pobres cidadãos do seu país, à tarde passeia-se luxuosamente no Jet Set internacional.

O roubo foi tão grande que é um fartar vilanagem.