O homem é perigoso porque fala sem saber e atiça fogos permanentemente.

À saída duma reunião diplomática disparou contra tudo e todos, demonstrando uma total falta de sentido de Estado e de postura democrática.

Os tribunais não são independentes, a CNE não é independente (apesar de ter membros da Unita), todos são servos do MPLA, diz o bacharel Adalberto, assim provando que é um assassino da jovem democracia angolana.

 Para Adalberto nenhuma instituição vale. Só a palavra dele. É o ditador absoluto.

Depois de desacreditar as instituições do Estado, ataca as entidades que fizeram sondagem que não dão a vitória da Unita. Diz que não existem…é mesmo lunático. As entidades existem, umas são derivações de outras, outras são projectos científicos e ainda outras são aliadas dele. Mas coincidem numa coisa, o MPLA ganha. O bacharel pretende matar o mensageiro e fingir que a mensagem não existe. Mas ela existe e foi feita com todo o rigor.

No final, não contente com tanto disparate afirma que os comícios do MPLA são artificiais. Que parvoíce. É possível fazer andar 500 pessoas de um lado para o outro, mas não as centenas de milhar que têm acorrido aos comícios do MPLA.

O bacharel está com a cegueira dos fanáticos. Isto é um perigo.