Uma jornalista propagandista de um jornal que por falta de dinheiro se aliou aos santistas, fez uma entrevista ao bacharel Adalberto.

Vê-se que a entrevista é propaganda porque a senhora chama engenheiro electrotécnico ao bacharel, quando já é oficial que não o é. E também porque diz que ele tem muitas ideias, quando a verdade é que não consegue sair das generalidades.

O homem não conhece Angola.

Contudo, o mais estranho e preocupante da entrevista não é nada disso, é o anúncio do fim da luta contra a corrupção, que segundo Adalberto, não é mais do que uma vingança…

O bacharel Adalberto toma como suas as palavras de Isabel e Tchizé. As máscaras caem.

O que temos aqui é a velha máquina santista, com um rosto novo, a querer voltar ao poder e continuar a saquear o país.

O bacharel Adalberto tinha o dever nacional e patriótico de apoiar João Lourenço na luta contra a corrupção. Ao fazer o contrário está a trair o país e condenar Angola ao insucesso.