Dependentes, mendigos e indigentes políticos, adoradores e bajuladores de ACJ “Bétinho” acotovelam-se no pântano da promiscuidade. Na tenda do circo SOVISMO há um misto de euforia e revolta, intrusos, amigos, financiadores, ocuparam espaço no palco e a comédia transformou-se em drama, até Odaliscas do Harém, depois de usadas foram abandonadas em troca de acompanhantes de luxo, principescamente pagas, em hotéis de luxo previamente reservados na cruzada.

De quando em vez o Sheik ACJ “Bétinho” arranja um motivo para ir a Angola, assim que os sipaios e capatazes dependentes juntem os alienados para ouvir-se em faladura e satisfazer o ego, transmitir as ordens dos mandantes, e regressar ao celebre luxo asiático ou às aulas de terrorismo em Israel. Até a vice Arlete Chimbindi, que recebeu formação intensa de mobilização de rua em Bruxelas, na Bélgica, já fica acantonada na antecâmara dos ensaios da convulsão, tarefa diplomática atribuída a Abel “Totozinho” Chivukuvuku.

Esta semana termina o retardamento da implosão interna do Galo Negro, fiéis militantes e promessas independentes vão confrontar-se com lugares inatingíveis, ACJ “Bétinho” sabe que a quente, no imediato, corre perigo e perante a vulnerabilidade fugiu ensaiando meio caminho da fuga, Portugal será sempre o porto de abrigo do coração. Como aqui tenho referido, por muito que o tirano vocifere ódio e mentiras, ele sabe melhor que ninguém como funcionam os kwatchas internamente, e é convicção dele que o maior perigo está dentro da UNITA, e há momentos que é crucial estar longe, fora de cena.

Ironia do destino, ter de fugir para não sucumbir ao seu próprio veneno.