Não há precedentes desde 1895 na Conferência de Berlim, a UNITA é hoje em Angola um aglomerado terrorista empunhando a bandeira do separatismo, e sem sofismas nem contemplações, tornou-se numa frente ampla de afronta a todas as instituições que regulam constitucionalmente o Estado de Direito democrático.

O tirano secessionista ACJ “Bétinho, rasga impunemente o trilho da seita pérfida que deseja retalhar Angola, a aberração da persistente impunidade abre caminho ínvio de proclamações que se agudizam de ajuntamento em ajuntamento, e ao separatismo racista e boçal tenta mascarar-se de conjunto de nações, e simultaneamente proclama-se a desfiliação partidária do ditador à moda catastrófica e criminosa de Bokassa, Idi Amin, Hissène Habré, Mobutu Sese Seko, Siad Barre, cópias delirantes e hediondas de Adolf Hitler, Estaline ou Pol Pot, que massacraram os seus próprios povos.

ACJ “Bétinho” e Abel “totozinho” Chivukuvuku, e a eminência parda Eugénio “Toupeira” Manuvakola, são a célula que engendra a arquitetura do mosaico suicida, cabindenses, chokwes, ganguelas, umbundos, bakongos, ovimbundos e outros liderados pelos hereros, já se sentam à mesa do SOVISMO no impulso mobilizador de tal desiderato assente inicialmente em Autonomias Regionais. Ignorar este projeto tido como precursor de um novo africanismo, é tão dramático quanto a ideia em si, urge, atempadamente colocar fim a este nicho de terror.

Não à toa foram escolhidos dois lugares para anunciar o propósito, Cabinda e Menongue, esta loucura terrorista não é só, assistimos nos últimos dias apelos sucessivos à ira e indignação populares, anunciam-se organizações clandestinas de controlo do próprio Estado por empresas estrangeiras, e constatamos ruidosamente um recrudescimento dos insultos inconcebíveis ao Presidente da República e a uma descredibilização completa dos tribunais e forças de segurança.

A lista de candidatos da UNITA está completamente desvalorizada, tarda porque foi tomada de assalto pelos dissidentes, clandestinos e terroristas seduzidos pela convulsão revolucionária neocolonialista, este banditismo já há muito é reportado pelas chancelarias acreditadas em Luanda, algumas delas, perante a passividade do Estado em pôr cobro a esta insurreição que emerge e engrossa, há quem tema o pior e aconselhe a medidas de precaução.

É verdade insofismável que o prestígio de Angola e a consolidação estadista de João Lourenço são uma realidade, ganha corpo dia a dia, mas também é verdade que a postura da UNITA já está a condicionar algum investimento estrangeiro, e há mesmo uma fatia significativa da UNITA, silenciosa, que teme possíveis disparates dos energúmenos sedentos de Poder, movidos pela vingança e pela dependência de grupos que esperam ansiosamente saquear Angola de novo.