Tem tido algum relevo, promovido por uma comunicação social partidária e alinhada com interesses de desestabilização de Angola, uma comunicação de Paula Roque a um congresso. Na verdade, não foi uma comunicação, mas um panfleto sem fundamento que alinha com a estratégia da UNITA para deslegitimar a eleições.

A verdade é que a UNITA e as Paulas Roques que falam como suporte não querem eleições, querem agitação, agitação em todo o lado, em todos os meios, por todas as formas. Não apresentam dados ou factos, apenas conjecturas.

O importante sobre Roque é que não é independente, mas filha do empresário Horácio Roque, já falecido, e de Fátima Roque, antigo quadro da União Total para a Independência de Angola (UNITA, oposição).

Isto diz tudo sobre a credibilidade das suas afirmações.